Graduação em Economia
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Trabalho de Conclusão de Curso Austero ou leniente? Prêmios de risco e a exposição de ações à postura do Banco Central(2025) Oehling, Klaus CollettiA literatura sobre funções de reação de Bancos Centrais frequentemente interpreta o coeficiente do desvio da inflação em relação à meta como uma estimativa variante no tempo das preferências da instituição. Estudos também evidenciam, mesmo que de forma difusa, todos os passos teóricos por meio dos quais essa postura do Banco Central pode afetar o retorno de um ativo. Nesse sentido, o presente trabalho investiga se a exposição das ações brasileiras às preferências do Banco Central do Brasil pode ser interpretada como uma fonte de risco sistemático. Inicialmente, a partir de uma Regra de Taylor baseada em Clarida, Galí & Gertler (1998), o parâmetro é estimado como uma variável não observável, por meio de um Modelo em Espaço de Estados, com uso do filtro de Kalman. Posteriormente, são empregadas regressões Fama-MacBeth, propostas por Fama & MacBeth (1973), a fim de verificar se há prêmio de risco frente à exposição dos ativos ao parâmetro estimado. Os resultados são difusos, mas sugerem retornos esperados superiores para ações positivamente expostas à postura do Banco Central. Isso ocorre, pois as firmas que se beneficiam de períodos em que a instituição está mais austera são usualmente contracíclicas, menos preferíveis por investidores, e subprecificadas, como documentado em Bali et al. (2017). O prêmio seria, portanto, baseado em um comportamento agregado, não risco sistemático. Além disso, as estimativas possuem baixa significância estatística, indicando que a exposição das firmas às preferências do Banco Central do Brasil não constitui uma fonte de risco comum e não diversificável das ações brasileiras. Por fim, o estudo também aponta para a não validação da Hipótese do Mercado Eficiente de Fama (1970), inexistência dos efeitos momentum e tamanho, e presença invertida dos efeitos de investimento, rentabilidade e mercado no Brasil.Trabalho de Conclusão de Curso Uma análise da política monetária: a regra de Taylor aplicada ao Brasil(2016) Geraldo, Caio Henrique Dos SantosNeste presente trabalho, foi realizado o modelo da Regra de Taylor para o caso brasileiro. Assim, com a equação encontrada, foram feitas comparações entre a taxa de juros efetiva e a taxa que deveria ter sido implementada (a taxa de juros ótima estimada pelo modelo) para diferentes governos. Foi analisada a política monetária conduzida de 1999 até 2015. A base de dados utilizada é trimestral. O resultado desse estudo demonstra que a taxa de juros esteve distante da estimada pelo modelo nos últimos anos, o que pode ser uma das causas das crises vivenciadas nos dias de hoje.Trabalho de Conclusão de Curso Impact of monetary policy on firms(2009) Brandt, René Daniel HerediaO presente trabalho analisa o impacto que a política monetária tem sobre os resultados das firmas listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA). Desse impacto distinguem-se dois canais de transmissão: O canal de crédito e o canal neoclássico de custo de capital. é usada uma metodologia que permite separar esses canais e estimar seu impacto individual. Foram encontradas evidencias empíricas que sustentam a existência do canal de crédito na economia brasileira.Trabalho de Conclusão de Curso Diferentes QE’s e suas implicações econômicas(2014) Branco, Adriano BatistaEssa monografia descreve as circunstâncias e as implicações econômicas dos programas de quantitative easing do Federal Reserve, Banco da Inglaterra, Banco Central Europeu e Banco do Japão durante a recente crise financeira e recuperação. O programa inicialmente foi usado para aliviar o estresse do mercado financeiro, mas esse propósito logo foi ampliado para incluir o alcance da inflação na meta, estimular a economia real e conter a crise da divida soberana da Europa. O Banco Central Europeu e o Banco do Japão focaram seus programas em emprestar diretamente para os bancos – refletindo a estrutura de centralização bancária de seus sistemas financeiros – enquanto o Federal Reserve e o Banco da Inglaterra expandiram as suas respectivas bases monetárias por meio da compra de títulos.Trabalho de Conclusão de Curso O Impacto da política monetária no mercado acionário brasileiro(2015) Simon, Ricardo Garin RibeiroEste trabalho objetivou verificar o quanto uma mudança na taxa básica de juros (SELIC) pode impactar para o retorno do mercado acionário brasileiro no dia seguinte a reunião do Comitê de Política Monetária. Através de uma análise econométrica será verificada e quantificada a interferência das decisões do COPOM para o Ibovespa. Foi utilizada uma metodologia semelhante àquela desenvolvida por Bernanke e Kuttner (2004) adaptada ao cenário brasileiro. Intuitivamente, acredita-se que uma elevação na taxa de juros tornaria o investimento em renda variável menos atraente e, dessa forma, tenderia a prejudicar o retorno do mercado brasileiro no seguinte pregão; todavia, as políticas monetárias muitas vezes já estão previstas pelo mercado e dessa forma possivelmente precificadas. Assim este trabalho também testará a eficiência de mercado na interação entre política monetária e retornos acionários.Trabalho de Conclusão de Curso Uma estimação da taxa neutra de juros via curva IS para a economia brasileira(2014) Andrade, Lucas Pigossi Herrmann deNeste trabalho, foi estimada a taxa neutra de juros para a economia brasileira entre o começo de 2003 e segundo trimestre de 2013 com base em dois modelos estruturais de pequeno porte, sendo a diferença entre eles a presença de uma variável fiscal na curva IS do primeiro. Buscava-se com isso a obtenção te uma taxa neutra mais precisa para o Brasil, uma vez que a política fiscal historicamente sempre teve grande impacto na economia. Em ambos os modelos, a taxa natural de juros é estimada em conjunto com o produto potencial, através de filtro de Kalman, no formato de um modelo Espaço de Estado. Pôde-se observar no período uma taxa natural de juros em queda para ambos os modelos, sendo que o modelo que continha a variável fiscal apresentou as maiores estimativas. A mensuração da taxa natural de juros, adicionalmente, possibilitou que fosse feita uma avaliação sobre a condução da política monetária implementada pelo Banco Central brasileiro nos últimos anos através do conceito do hiato de juros. Observou-se Banco Central vigilante quanto à inflação até 2011 e um Banco Central leniente de 2011 até o final da amostra.
