Graduação em Economia

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    Trabalho de Conclusão de Curso
    Os efeitos da pandemia do Covid 19 na rentabilidade do mercado bancário público brasileiro
    (2025) Passos, Maurício Couto
    Este estudo analisa o impacto da pandemia de COVID-19 na rentabilidade dos bancos públicos brasileiros, com ênfase no retorno sobre os ativos (ROA) e o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE). A pesquisa se inspira na discussão sobre o papel das políticas públicas e a atuação do governo na mitigação dos impactos econômicos para a população. Foi utilizada uma abordagem de Diferença em Diferenças (DiD) para comparar os efeitos da pandemia nos bancos públicos e privados durante o período de 2020 a 2022. Os resultados indicam que, embora os bancos públicos tenham mostrado sinais de resiliência durante a crise, com um aumento na rentabilidade no período pós-pandemia, o efeito não é estatisticamente significativo, sugerindo que a pandemia não teve um impacto tão adverso quanto o esperado. Os achados sugerem que, embora os bancos públicos tenham se mostrado mais resilientes durante a crise, mais pesquisas são necessárias para entender completamente as dinâmicas entre choques sanitários e monetários sobre o sistema financeiro brasileiro.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    O impacto da COVID-19 na Gestão de Capital de Giro das empresas brasileiras listadas na bolsa de valores
    (2025) Braga, Pedro Pires Salvino
    Este trabalho investiga o impacto da pandemia de COVID-19 na gestão de capital de giro das empresas brasileiras não financeiras listadas na bolsa de valores. A crise econômica afetou as condições de mercado e a estabilidade financeira, levando as empresas a ajustarem suas estratégias. Utilizando uma amostra em painel de 2015 a 2024, a pesquisa analisou o Ciclo de Conversão de Caixa (CCC) por meio de estatísticas descritivas e de um modelo de Regressão por Descontinuidade (RDD), que trata o início da pandemia (1T-2020) como um ponto de corte temporal para estimar o efeito causal. Os resultados descritivos indicam um aumento no CCC médio e mediano das empresas logo após o início da crise. Contudo, os resultados do modelo RDD não apresentaram evidências estatisticamente significantes de que a pandemia causou uma mudança abrupta no CCC. Conclui-se que, apesar das variações observadas, as empresas da amostra podem ter conseguido neutralizar os choques iniciais, ou os efeitos foram demasiadamente heterogêneos para serem capturados como uma descontinuidade média significante pelo modelo econométrico empregado.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    O impacto do COVID-19 na Estrutura de Capital das empresas brasileiras listadas na bolsa de valores
    (2025) Previato, Lucas Muniz
    Este estudo analisa o impacto da pandemia de COVID-19 na estrutura de capital das empresas brasileiras listadas na B3. O trabalho investiga como o choque exógeno da pandemia alterou os padrões de endividamento corporativo, medido pela razão Passivo Total/Ativo Total, e as relações entre os determinantes tradicionais da estrutura de capital. Utilizando as teorias Trade-off e Pecking Order como fundamentação teórica, foi desenvolvido um modelo que examina como a pandemia do COVID-19 afetou as decisões de financiamento corporativo. A metodologia emprega modelos de dados em painel com efeitos fixos, controlando por características não observadas das empresas e efeitos temporais comuns. A amostra compreende 68 empresas não-financeiras listadas na B3 entre janeiro de 2018 e dezembro de 2024, totalizando 1.762 observações empresa-trimestre. Os resultados indicam que a pandemia causou um aumento estatisticamente significativo de 2,64 pontos percentuais no endividamento médio das empresas, representando um crescimento de 4,3% em relação ao nível pré-pandemia. O modelo apresenta alto poder explicativo (R² ajustado = 0,8279) e confirma as relações teóricas esperadas: empresas maiores e com maior tangibilidade de ativos apresentam maior endividamento, enquanto empresas mais rentáveis e com maior liquidez apresentam menor alavancagem. A análise setorial revela heterogeneidade nos impactos, com setores de tecnologia e bens de consumo não-cíclicos apresentando os maiores aumentos.