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    Credit rating de empresas não financeiras: um estudo comparative entre Brasil e Estados Unidos
    (2016) Carvalho, Davih; Martins, Sergio Ricardo; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO
    O presente trabalho tem como objetivo verificar os principais determinantes do rating de sociedades anônimas de capital aberto não financeiras no Brasil e nos Estados Unidos, listadas na BM&FBOVESPA e NYSE respectivamente, e comparar e fundamentar seus resultados. Para tanto, foi utilizado o modelo Probit ordinal em painel, buscando explicar a formação do rating das empresas. Dentro do escopo das variáveis explicativas contábeis das companhias, pôde-se concluir que as agências de rating dão significância a determinantes similares em ambos os mercados, demonstrando consistência metodológica e conexão entre os mercados financeiros brasileiro e americano.
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    Estudo da predisposição individual para compartilhar conhecimento gerencial: o contexto intraorganiacional de equipes de projeto
    (2016) CARLA SOFIA DIAS MOREIRA RAMOS; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; Giovanini, Jislaine Rosa Santana; DANNY PIMENTEL CLARO
    O compartilhamento de conhecimento é, de acordo com uma visão da empresa baseada no conhecimento, uma atividade chave para garantir competitividade. Motivar os colaboradores a buscar esse compartilhamento é um desafio particularmente relevante para empresas que operam numa lógica equipes de projeto. O objetivo deste trabalho consiste em identificar os fatores internos e externos ao individuo que influenciam a predisposição individual para o compartilhamento de conhecimento em ambiente intra-organizacional de equipes de projeto. Identificam-se quatro dimensões chave: a atitude e comportamento do indivíduo, a colegialidade entre membros de equipe, o apoio dado pelos gestores, e a centralidade na rede de relacionamentos do indivíduo. Dez hipóteses são propostas e testadas através de metodologia quantitativa, combinando análise de redes interpessoais e regressão econométrica. O fenómeno é estudado numa base de 121 participações individuais num total de 20 projetos realizados ao longo de dois anos na sucursal de uma empresa multinacional do setor de energia e automação industrial. Observou-se que os fatores que mais impacto têm sobre a predisposição individual para compartilhar conhecimento em equipes de projeto são de natureza tanto intrínseca como extrínseca ao indivíduo e que para além de um efeito direto sobre essa predisposição, se verídica na maioria dos casos também um efeito indireto. O estudo contribui para um melhor entendimento do compartilhamento de conhecimento em ambiente específico de equipes de projeto, permitindo ainda aos gestores uma promoção estratégica de mecanismos que estimulam a desejado fluidez do conhecimento entre membros de equipes de projeto.
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    Estudo de modelos de apreçamento de ativos de risco antes e depois da crise financeira de 2008 no mercado brasileiro
    (2016) ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; Venezuela, Maria Kelly; Bortoluzzo, Maurício Mesquita; Nakamura, Wilson Toshiro
    Este artigo faz um estudo comparativo entre três modelos de apreçamento de ativos de risco, o CAPM de Sharpe-Lintner, o modelo de 3 fatores de Fama e French e o modelo de 4 fatores de Cahart. Apresentamos uma metodologia de alocação dos ativos nas carteiras para mercados emergentes. Diferente de estudos anteriores, o foco da comparação dos modelos está em suas capacidades de previsão. O período foi subdividido para tornar possível a análise dos desempenhos nos períodos da crise financeira de 2008, anterior e posterior à crise. Os resultados apontam para um melhor desempenho dos modelos multifatoriais em todos os períodos. Para o período pós-crise, o modelo de 4 fatores apresenta uma melhora de 36,85% na qualidade de previsão comparado ao modelo de 3 fatores.
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    Clima Organizacional: Abordagem Tradicional vs. Abordagem Configural
    (2017) TATIANA IWAI; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; Nakata, Lina Eiko; Costa, José Eduardo Teixeira
    Clima organizacional é um tema que tem sido estudado há algumas décadas, e diversas pesquisas buscaram relacionar seus resultados – integrais ou de dimensões – com desempenho de gestão. No entanto, pouco se tem discutido sobre a interação das dimensões de clima organizacional. O objetivo deste artigo é investigar a relação de clima organizacional com uma variável de resultado organizacional (turnover) a partir de duas abordagens diversas: uma mais tradicional, com foco nas dimensões independentes de clima, e a outra, conhecida como configural, com foco na análise das interrelações entre as categorias. A amostra contou com pesquisas realizadas em 150 empresas brasileiras de porte médio e grande que buscam se destacar pelo seu ambiente de trabalho. Realizou-se análise fatorial exploratória e análise hierárquica de cluster para identificar perfis de configuração de clima (elevação, variabilidade e forma), a fim de relacionar os fatores e as configurações com rotatividade de pessoal. Os resultados mostraram que abordar clima como um sistema, considerando as interações entre suas várias dimensões que compõem uma dada configuração, releva nuances interessantes que de outro modo ficariam encobertas. A abordagem configural apresenta uma relação mais complexa e multifacetada de clima com turnover: a forma configural foi a única que não mostrou-se relevante para turnover; para elevação, houve efeito negativo no turnover, evidenciando que a avaliação global positiva que os funcionários fazem do ambiente de trabalho contribui para diminuir rotatividade nas empresas; por fim, os resultados mostraram um efeito moderador importante da variabilidade na relação entre elevação e turnover.
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    The effectiveness of a multi-channel marketing approach for relationship management: a study in the context of private pension plans
    (2016) CARLA SOFIA DIAS MOREIRA RAMOS; DANNY PIMENTEL CLARO; ADRIANA BRUSCATO BORTOLUZZO; Barros, C.
    The relational approach is based on a model that uses multiple marketing channels and services to promote contacts between the customer and the firm. But to which extent do firms benefit from using multiple marketing channels with their customers? This study aims to understand the effectiveness of adopting a multi-channel approach. This effectiveness is measured with the impact on customer lifetime value (CLV). We argue that not all marketing channels have a significant, positive effect on customer value, and that when it is significant, that effect is moderated by the customer time of permanence in the firm, and by the amount of products held by the customer. We find that not all channels have a positive and significant effect over CLV, and thus, firms may want to re-consider the allocation of resources to some of the used channels. We also confirm the moderating effect of the considerable variables for some of the channels. This research contributes to marketing theory in the sense that it shows that not all marketing channels have a significant impact over customer value. It also provides an insightful way of categorizing marketing channels, distinguishing between push and pull channels. In managerial terms, results indicate that marketing managers can enhance customer value, redefining marketing strategies and relationships through the provision and activation of multiple contact channels with customers, yet properly selected as not all channels have a positive impact on CLV.