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Working Paper Desigualdade Racial e de Gênero nas Eleições Municipais no Brasil(2022) SERGIO PINHEIRO FIRPO; França, Michael; Portella, Alysson; Tavares, RafaelEste trabalho contribui com a literatura que procura estimar os desequilíbrios raciais e de gênero na representação política municipal brasileira. Para isso, utilizamos dados das eleições de prefeitos e vereadores de 2016 e 2020 com o intuito de investigar em que medida mulheres negras, homens negros e mulheres brancas estão sub-representados em relação aos homens brancos em nosso sistema político local. Nossa análise revela altos níveis de desequilíbrios, em especial na dimensão de gênero. Para prefeitos, os desequilíbrios são altos quando consideramos tanto as candidaturas quanto os que foram eleitos. No caso dos vereadores, o desequilíbrio é maior entre os eleitos. Adicionalmente, verificamos que havia uma alta desigualdade no financiamento de campanhas em favor de homens brancos em 2016, que se reverte em favor das mulheres em 2020. Contudo, essa mudança não foi capaz de alterar os baixos níveis de representação feminina na política local.Working Paper Desigualdade Racial nas Eleições Brasileiras(2022) SERGIO PINHEIRO FIRPO; França, Michael; Portella, Alysson; Tavares, RafaelWorking Paper Descriptive Representation in Politics: A Measurement Proposal and Application for Brazil(2023) SERGIO PINHEIRO FIRPO; França, Michael; Pereira, Leila; Tavares, RafaelWorking Paper A Regionalização da Saúde no Brasil(2022) LETICIA FARIA DE CARVALHO NUNES; Rocha, Rudi; Rache, BeatrizRESUMO EXECUTIVO – A regionalização é vista como uma prioridade de política pública em saúde no Brasil, mas ainda é um trabalho em andamento. No entanto, apesar de existir grande esforço de pesquisa sobre o tema, muitas questões importantes persistem, por exemplo: (i) em que medida a regionalização avançou no país?; (ii) tem sido de fato induzida pelas normas federais?; (iii) quais os fatores que têm permitido a indução ou que têm restringido o movimento do sistema em direção à organização regional? Neste estudo, realizamos uma ampla análise empírica sobre padrões de expansão e reorganização de serviços de saúde, recursos hospitalares e fluxos de internação entre municípios ao longo das últimas duas décadas com o objetivo de avaliar se houve uma reorganização do sistema em direção a um desenho regional, e se este movimento se relaciona às normativas introduzidas. Ressaltamos desafios a um funcionamento mais regional da saúde no Brasil. O processo de descentralização do SUS e a falta de uma instância regional formal no pacto federativo dificultam a cooperação entre os entes federados. Ainda, outro desafio importante refere-se à falta de uma entidade regional com autonomia e financiamento próprio.Working Paper The Role of Restructuring in Bank M&As: Evidence from Branch-level Data(2022) Mariani, Lucas Argentieri; BERNARDO DE OLIVEIRA GUERRA RICCA
