Dissertação de Mestrado

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    Deciles’ Average Income as a Variable to Anchor Politicians’ Wage
    (2018) Andrade, Tarek Eduardo Abdo
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    Strategic asset allocation in Brazil
    (2018) Morais, André Filipe Barreto
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    Análise dos principais componentes do bid-ask spread de opções sobre ações no mercado brasileiro
    (2018) Pinto, Pedro Ivo Duarte
    Este trabalho analisa os principais componentes do bid-ask spread praticado nas opções de compra (calls) sobre diferentes ações no mercado brasileiro. A análise baseou-se numa posição comprada em uma call carregada até o vencimento e fazendo-se diariamente o respectivo delta hedge seguindo (i) o modelo clássico de Black & Scholes (cuja a ausência de custos transacionais é uma das premissas); e (ii) a metodologia proposta por Leland em 1985, que leva em consideração os custos transacionais. Comparando-se o percentil onde a posição gerou lucro para o market maker usando-se o bid-ask spread observado no mercado com percentil da mesma posição usando o bidask sugerido pelo modelo de Leland, conseguiu-se estimar a componente do bid-ask spread da opção que está relacionada aos custos transacionais. Em seguida, comparando-se o percentil onde se observou resultado positivo usando a metodologia do Block Bootstrap com o percentil da mesma posição usando a metodologia clássica de Monte Carlo, conseguiu-se estimar a componente do bidask spread da opção que está relacionada à diferença entre a distribuição de retornos do ativo objeto observada no mercado e a distribuição de retornos assumida por Black & Scholes. Concluiu-se que, na média, durante o período estudado, as componentes relacionadas (i) aos custos transacionais e (ii) à diferença na distribuição de retornos do ativo objeto representaram 51% e 31% respectivamente do bid-ask spread das opções analisadas, de modo que o restante do spread parece não ser suficientemente grande para cobrir outros custos relacionados à posição e gerar lucro para o market maker condizente com o risco incorrido. Os resultados analisados sugerem uma condição de mercado bastante agressiva, que provavelmente não deve se sustentar no longo prazo.
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    Qualidade da educação e crescimento econômico: uma abordagem entre estados brasileiros
    (2015) Luz, Victor Eduardo Braga
    O estudo da educação se torna cada vez mais importante, principalmente com a introdução do capital humano nos modelos de crescimento econômico. O presente trabalho testa, para o caso brasileiro, a predição de Aghion et al (2005), de que quanto menor for a distância de um estado em relação à fronteira, maior deve ser a alocação dos investimentos educacionais nos níveis superiores. São incluídos no modelo dados relativos à qualidade de ensino para três níveis educacionais. Os resultados obtidos através do cálculo dos parâmetros pelo método de mínimos quadrados ordinários foram na mesma direção dos resultados obtidos por Aghion et al (2005), mesmo com a inclusão da qualidade da educação no modelo
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    Loss-Given-Default no mercado de crédito brasileiro: uma análise empírica para o segmento de pessoas jurídicas em agosto de 2010
    (2015) Ribeiro, Thiago Luiz Metne
    A perda dado o descumprimento, também conhecida como “Loss Given Default” (LGD), é um dos principais parâmetros utilizados para controle de risco de crédito e as variáveis que impactam seu cálculo não são totalmente conhecidas. A busca pelo melhor entendimento do parâmetro e por quais variáveis impactam seus resultados é algo visto com frequência no mercado financeiro. O trabalho aqui realizado teve por objetivo a verificação de variáveis relevantes para a estimação do LGD e consequentemente para a melhor gestão do risco de crédito. Para tal feito, a Serasa Experian disponibilizou uma amostra de contratos de crédito para pessoas jurídicas, referente a posição no mês de agosto de 2010. Após a realização de um sofisticado tratamento nas informações recebidas, obteve-se uma taxa de recuperação para cada empresa da amostra e, dessa forma, pode-se identificar algumas variáveis relevantes para o LGD de crédito para pessoas jurídicas no Brasil. Os resultados encontrados comprovam o impacto no LGD de variáveis analisadas em trabalhos anteriores, como por exemplo, o rating de crédito e o setor de atuação da firma. Além disso, ao longo do estudo verificou-se também que no mercado brasileiro, a região em que a empresa está sediada faz diferença para determinar a sua capacidade recuperação. Por fim, verificou-se também a existência de variáveis novas, como por exemplo a quantidade de sócios PF sobre o total de sócios da firma.
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    Testando a eficiência do mercado acionário brasileiro segundo as relações de valor presente
    (2015) Wienandts, Max Eduardo Lazarini
    Este trabalho testa a hipótese de eficiência de mercado utilizando um modelo de valor presente considerando retorno real esperado constante e excesso de retorno esperado constante. Este modelo, por meio de vetores autorregressivos, associa a razão dividendo preço com a expectativa futura de retorno real e a taxa de crescimento futura dos dividendos. Pela hipótese de eficiência de mercado, é esperado que a razão dividendo preço calculada seja igual à observada. Este estudo utiliza um índice “equal-weighted” com toda a base de dados de ações da Economática, compreendendo 554 empresas entre o primeiro trimestre de 1995 e o segundo trimestre de 2014. Os resultados rejeitam a hipótese de igualdade entre a razão dividendo preço calculada e a observada, tanto para retorno real esperado constante quanto para excesso de retorno esperado constante, indicando que, provavelmente, os retornos esperados são variáveis ao longo do tempo
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    Análise de fatores determinantes do volume de fusões e aquisições no Brasil
    (2018) Yoshizaki, Dalton
    Este estudo investigou quais são os fatores determinantes do volume de fusões e aquisições no Brasil. Para isso, foi proposto um modelo de múltiplas variáveis que foram classificadas em quatro grupos: (i) variáveis do mercado acionário, (ii) variáveis macroeconômicas, (iii) variáveis das firmas e (iv) variáveis de riscos políticos e econômicos. O foco da análise foram as fusões e aquisições ocorridas entre empresas brasileiras no período de 2002 a 2017. Neste período, consolidou-se no país o tripé macroeconômico baseado em um sistema de metas de inflação, câmbio flutuante e disciplina fiscal. Após a revisão da literatura e da elaboração das hipóteses, chegou-se a um modelo teórico que definiu as variáveis explicativas a serem utilizadas em um modelo de regressão de séries temporais. Através do modelo verificou-se que pelo menos uma variável de cada um dos quatro grupos apresentou significância estatística, além disso, essas variáveis corroboraram as hipóteses levantadas através da revisão da literatura. Essas variáveis foram: variação do nível de valuation, número de IPOs, variação do PIB, variação do risco-país e a volatilidade do Ibovespa. Portanto, a investigação concluiu que parte relevante da variação do volume de fusões e aquisições é explicada pelas condições do mercado acionário, da liquidez das empresas, do ciclo econômico e do nível de risco político e econômico.
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    Comparação entre portfólios de fatores mistos e integrados formados por meio de ações do IBrX 100
    (2019) Ziglia, Otávio De Souza
    Diferentes estratégias de investimento vêm sendo utilizadas desde a criação dos primeiros mercados de ações e mercadorias. Desde a publicação do modelo CAPM de Sharpe (1964) e Lintner (1965), muitos autores publicaram evidências da existência de fatores que explicam parcialmente o retorno dos diversos ativos financeiros. De forma paralela, a academia e a indústria financeira utilizaram de dados financeiros de empresas como tamanho, liquidez, betas, lucratividade, crescimento de ativos, valor contábil e tendência para criar e entender fatores que explicassem retornos. Este trabalhou criou portfólios long only de fatores para o mercado brasileiro dentro do universo de ações de empresas não financeiras que pertencem ao IBrX. Foram encontrados resultados parcialmente consistentes com os apresentados por Machado, Faff e Silva (2017), ou seja, os fatores valor (com sinal contrário ao dos autores, mas igual ao do Fama e French, 2015), momentum e liquidez, bem como o defensivo, que não foi testado pelos autores, apresentaram bons resultados, enquanto os de lucratividade e conservadorismo não apresentaram excessos de retornos. Já o portfólio tamanho, sem resultado para os autores, apresentou bons resultados neste trabalho. Posteriormente, foi analisado se a combinação dos portfólios de forma mista (construção de portfólios individuais de fatores para depois combiná-los) ou integrada (combinar a exposição aos fatores para criar um portfólio único) apresentava alguma diferença estatística. Neste trabalho, corroborando com os resultados de Leippold e Rüegg (2018), não foram encontradas diferenças significativas.