Dissertação de Mestrado

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    Dissertação
    Does Gender and Nationality Diversity Imply in Innovation Performance?
    (2024) Daher, Hugo Dirceu
    This study explores the impact of gender and nationality diversity within startup founding teams on various performance metrics, shedding light on the complex dynamics between diversity and entrepreneurial success. Utilizing a dataset of 13,355 companies and 27,277 founders, the research employs linear and logistic regression models to investigate how diversity influences operational status, strategic exits, total funding amount received, and the number of funding rounds. The findings reveal a nuanced relationship between diversity and startup performance, highlighting both benefits and challenges. Gender diversity showed a non-significant effect on operational status but decreased the probability of strategic exits by 33%. Additionally, companies with women founders received $1.48 million less in funding compared to all-male teams. Nationality diversity, on the other hand, increased the probability of a company being active by 65% and was associated with more funding rounds, though not a higher total funding amount. These results underscore the need for a balanced approach in the startup ecosystem, recognizing both the potential drawbacks and advantages of diverse founding teams. The study's implications are significant for academics, venture capitalists, founders, and policymakers. For academics, it highlights the importance of further empirical research to understand the diverse impact on entrepreneurial outcomes better. Venture capitalists and founders are encouraged to address biases and promote inclusivity to harness the benefits of diverse teams. Policymakers should consider strategies to support diverse startups, recognizing the potential of diversity to drive innovation and economic growth. Overall, this study emphasizes that while diversity poses certain challenges, it also holds substantial potential to enhance performance and foster a more inclusive entrepreneurial environment.
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    Dissertação
    Does Gender and Nationality Diversity Imply in Innovation Performance?
    (2024) Daher, Hugo Dirceu
    This study explores the impact of gender and nationality diversity within startup founding teams on various performance metrics, shedding light on the complex dynamics between diversity and entrepreneurial success. Utilizing a dataset of 13,355 companies and 27,277 founders, the research employs linear and logistic regression models to investigate how diversity influences operational status, strategic exits, total funding amount received, and the number of funding rounds. The findings reveal a nuanced relationship between diversity and startup performance, highlighting both benefits and challenges. Gender diversity showed a non-significant effect on operational status but decreased the probability of strategic exits by 33%. Additionally, companies with women founders received $1.48 million less in funding compared to all-male teams. Nationality diversity, on the other hand, increased the probability of a company being active by 65% and was associated with more funding rounds, though not a higher total funding amount. These results underscore the need for a balanced approach in the startup ecosystem, recognizing both the potential drawbacks and advantages of diverse founding teams. The study's implications are significant for academics, venture capitalists, founders, and policymakers. For academics, it highlights the importance of further empirical research to understand the diverse impact on entrepreneurial outcomes better. Venture capitalists and founders are encouraged to address biases and promote inclusivity to harness the benefits of diverse teams. Policymakers should consider strategies to support diverse startups, recognizing the potential of diversity to drive innovation and economic growth. Overall, this study emphasizes that while diversity poses certain challenges, it also holds substantial potential to enhance performance and foster a more inclusive entrepreneurial environment.
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    Como o ambiente institucional se relaciona com o medo do fracasso dos empreendedores?
    (2024) Autílio, Rafael Castelucci
    O medo do fracasso exerce influência relevante no comportamento empreendedor, sendo moldado por diversas variáveis sociais e cognitivas ao longo do tempo. Esta emoção age de forma negativa sobre os indivíduos, podendo desmotivá-los ou até mesmo barrar a escolha do empreendedorismo como carreira. No entanto, é plausível supor que o medo do fracasso não ocorre de forma isolada, sendo afetado pelo ambiente institucional em que o empreendedor está inserido. O objetivo deste estudo é, portanto, investigar como as instituições se relacionam com o medo do fracasso dos empreendedores. Especificamente, analisa-se o medo individual de fracassar a partir de dados fornecidos pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Este estudo abrange 163 mil indivíduos de 50 países no ano de 2019. Por meio de um modelo de resposta binária, estima-se como a presença ou ausência do medo de fracassar é influenciada por três variáveis que capturam aspectos básicos do ambiente institucional: liberdade econômica; estado de direito efetivo; e crime e violência. Os resultados indicam que o ambiente institucional tem relação com o medo do fracasso dos empreendedores. A liberdade econômica reduz a chance de ocorrência dessa emoção, enquanto a efetividade do estado de direito só diminui tal chance quando combinada com outros fatores, podendo isoladamente aumentá-la (possivelmente porque um sistema judiciário eficiente pode intensificar a concorrência, desestimulando novos empreendimentos). Crime e violência não têm relação linear com o medo do fracasso. Assim, até certo ponto a violência é tolerável, mas, além disso, torna-se um grande obstáculo para empreendedores. Os achados geram contribuições teóricas, ao abordar o medo do fracasso como uma variável dependente. Além disso, oferecem contribuições gerenciais ao ajudar empreendedores a compreender os gatilhos desta emoção causados pelo ambiente institucional, auxiliando em melhores tomadas de decisão para a alocação de recursos.
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    Os determinantes da sobrevivência de startups em mercados emergentes
    (2022) Deliberato, Rodrigo de Souza
    Vivenciamos a era pós-digital, marcada pelo crescimento exponencial de tecnologias que transformaram a sociedade que conhecíamos. Para o mundo corporativo não foi diferente. Por ser ainda recente, a variedade de estudos referentes a determinantes de sobrevivência de empresas vem crescendo a cada ano, demonstrando sua crescente relevância para o mercado e a academia. Quando se trata de startups em mercados emergentes, este tópico se torna ainda mais atrativo dado o alto potencial de geração de empregos e crescimento econômico para os países em questão. A fim de ampliar a literatura neste âmbito, o presente trabalho teve como objetivo identificar os possíveis determinantes da sobrevivência de startups em mercados emergentes por meio de um estudo em que foram utilizados dados de 53999 empresas presentes em 24 países, entre os anos de 2010 e 2021, extraídos das bases de dados da empresa Cruchbase através da regressão de riscos proporcionais de Cox. O estudo levanta evidências de que as variáveis relacionadas a quantidade de funcionários, indústria, taxa média de empréstimo, investimentos em P&D do país, receita da empresa por funcionário, estágios de financiamento e quantidade de fundadores são estatisticamente significantes para a sobrevivência de startups em mercados emergentes e fatores os quais podem contribuir para tomadas de decisões de investidores e governos em criação de políticas de fomento ao mercado.
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    Estudo exploratório dos fatores que influenciam o comportamento empreendedor em profissionais de engenharia
    (2021) Matos, Paulo Cezar Santos
    O empreendedorismo é considerado uma fonte de inovação e um criador de empregos. Ter o próprio negócio representa uma oportunidade de desenvolvimento de uma carreira individual ou até mesmo a realização de um sonho. Este trabalho tem como objetivo explorar os fatores que influenciam o comportamento empreendedor dos profissionais formados em engenharia, além discutir se o modelo atual de formação do engenheiro fomenta o empreendedorismo. Na literatura há estudos que retratam o impacto da educação para o empreendedorismoo e enfatizam a sua capacidade de melhorar o comportamento empreendedor do profissional no mercado de trabalho. Entretanto, o quanto a formação dos engenheiros fomenta ou impacta o este comportamento entre os profissionais formados nesta área é o que este estudo procurou descrever. Para responder à questão de pesquisa foi realizado um estudo empírico quantitativo, modelado a pardir da escala EBS (Entrepreneurial Behavior Scale), que mede a competências preditivas de empreendedorismo. Este estudo investiga quais são as variáveis demográficas, sociais e educacionais que apresentam o maior impacto no comportamento empreendedor e de quais formas as instituições de ensino superior podem ajustar as suas grades curriculares de modo a incentivar o desenvolvimento deste comportamento. Exemplos de intervenções nos cursos e instituições incluem os conselhos de classes e o papel dos sindicatos, oferecimento de cursos extras, seminários ou palestras que dão suporte aos profissionais de forma a aprimorar os conhecimentos e experiências de empreendedorismo, dentre outros. Esses e outros resultados do estudo são discutidos em nossa pesquisa.
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    Dissertação
    O processo de valuation do investidor anjo brasileiro: uma compreensão preliminar
    (2016) Hass, Klauss
    O empreendedorismo inovador é fator chave no crescimento econômico e os Investidores Anjos têm tido um papel fundamental apoiando empresas inovadoras em estágios iniciais, quando carecem de mais recursos. Investidores Anjos impulsionam novos conceitos de negócios inovadores pois investem em setores variados. Embora sejam de extrema importância para o desenvolvimento econômico, os processos de investimento anjo ainda são relativamente desconhecidos no cenário nacional e a quantidade de pesquisas que analisam os critérios de investimentos é ainda mais restrita. O objetivo deste trabalho é apresentar um panorama analítico de um dos critérios mais críticos no processo de capital de risco, que é a determinação do valor do investimento. Também implicou em analisar se os investidores anjo mais experientes avaliam com maior profundidade os negócios antes de realizá-los; observar se há uma preocupação financeira deles quanto ao investimento em estágio inicial, verificar as lógicas de precificação do investimento (de valuation, e, por fim, examinar se estudos internacionais podem ser equiparados à realidade brasileira.
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    Dissertação
    Planejamento estratégico nas micro e pequenas empresas: análise crítica de modelos existentes e proposta de integração
    (2016) Takash, Carlos Kazunari
    Planejamento estratégico (PE) é o termo utilizado para definir o processo de determinar a missão, objetivos principais, estratégias e políticas que governam a aquisição e distribuição de recursos pelas empresas. O modelo mais tradicional de PE consiste em definir, a partir de análises internas (pontos fortes e fracos) e externas (oportunidades e ameaças), fatores chave de sucesso e vantagens competitivas e dessa forma gerar o lucro acima da média do mercado. No entanto, recentemente, sob o argumento do aumento da dinâmica do ambiente, foi apresentado o Business Model Framework, derivado da Business Model Generation. O modelo enfatiza como principais blocos analíticos: a proposição de valor, o segmento de clientes, os canais, o modelo de precificação, a estratégia competitiva, a estratégia de crescimento, os recursos, os parceiros e os custos. Nesse contexto, o objetivo da pesquisa é analisar como são percebidos e usados os principais modelos de planejamento estratégico encontrados na literatura no contexto de MPEs. Para analisar essa questão, foi elaborado este estudo qualitativo, exploratório, se utilizando de entrevistas em profundidade como estratégia de pesquisa e método de coleta de dados. Foram realizadas entrevistas com nove micro e pequenos empreendedores e quatro consultores que atendem esse público e se conseguiu analisar e gerar discussão sobre os principais tópicos ligados ao objetivo da pesquisa: qual a percepção dos dois principais modelos encontrados na literatura, de que forma é que os modelos são usados pelos empreendedores e o nível de maturidade do empreendedor e da empresa necessário para utilização de cada uma delas. Tendo em conta os resultados da análise efetuada, é apresentada uma proposta de uma nova aplicação de ambos os modelos que tem por base, uma lógica seguindo o ciclo de evolução do empreendedor. Os resultados da pesquisa mostram que devem ser considerados o nível de maturidade do empreendedor e da empresa para a adoção de um ou outro modelo, e que sua aplicação sofre alteração de acordo com o momento do ciclo do empreendedor.