Fundos 130/30 funcionariam no Brasil?

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Orientador
Gomes, Fabio Augusto Reis
Co-orientadores
Tipo de documento
Dissertação
Data
2009
Título da Revista
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Título do Volume
Projetos de Pesquisa
Unidades Organizacionais
Fascículo
Resumo
Nesse trabalho simulamos um processo mensal de seleção de ações brasileiras entre fev-2001 e fev-2009, usando como base o trabalho de Lo e Patel (2008), com duas intenções. Primeiramente, queremos identificar se o processo consegue superar o benchmark usado (Ibovespa) quando submetido a principal restrição dos fundos mútuos de ações: a venda de ações a descoberto. Num segundo momento, queremos analisar os resultados do processo quando afrouxamos a restrição a vendas a descoberto, permitindo que a carteira tenha expansões da mesma classe que os fundos tipo 130/30, já populares em outros países. A primeira conclusão que chegamos é que o processo quantitativo consegue melhor desempenho que o Ibovespa quando submetido a todas as quatro formas testadas: sem vendas a descoberto e extensões ativas 130/30, 110/10 e 120/20, sendo essa última considerada mais adequada à realidade brasileira de um benchmark com menor número de ações e de alto custo de vendas a descoberto. Também concluímos que as carteiras com extensão long-short desempenhariam melhor que a carteira sem venda à descoberto. Em especial, a extensão 120/20, considerandose os devidos custos, com beta igual a 1 além de giro e risco ativo compatíveis com um fundo mútuo ativo teria um desempenho anual 4,9% superior ao Ibovespa e 1,6% superior a carteira sem vendas à descoberto no período analisado. O retorno em excesso ao Ibovespa mensal dessa estratégia apresenta média superior a zero com 95% de confiança.

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Idioma
Português
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