Economia comportamental e lições para a política pública

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Orientador
Muramatsu, Roberta
Co-orientadores
Tipo de documento
Trabalho de Conclusão de Curso
Data
2015
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Resumo
A agenda de pesquisa comportamental surge a partir de um compromisso de desenvolver modelos psicologicamente mais realistas para fazer melhores previsões para ciência econômica e contribuir para melhores políticas. Para tanto, relaxa o pressuposto de racionalidade plena e de preferências auto-orientadas com o propósito de desvendar os complexos processos de julgamento e tomada de decisão no mundo real. Esta monografia pretende explorar os vieses que afetam as decisões dos indivíduos que, nem sempre, agem de acordo com o que, avaliam ser melhor para si. A pesquisa identifica várias fontes de viés capazes de sugerir contextos nos quais as pessoas não escolhem o que elas consideram ser o melhor para elas mesmas. Tais resultados inspiram a guinada normativa da economia comportamental e as propostas resultantes de paternalismo leve (ou libertário) chamadas de Nudge. O objetivo desta monografia é fazer revisão da literatura para examinar criticamente os argumentos em prol e os contrários às intervenções paternalistas a partir dos fundamentos da própria pesquisa comportamental e suas aplicações. Para tanto, vai utilizar como referência e fontes, Herbert Simon, (1957) que discorre sobre a idéia de que o indivíduo tem racionalidade limitada e Richard Thaler e Cass Sunstein (2003) que oferecem uma perspectiva comportamental e argumentam em prol da intervenção paternalista. A questão da inevitabilidade da arquitetura da escolha será discutida juntamente com os problemas e eventuais implicações associadas a desenhos de políticas públicas para dar um “empurrãozinho” para a escolha certa dos agentes.

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Idioma
Português
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