Uma análise dos grupos premium e comum do setor automotivo brasileiro (janeiro/2003 – julho/2015)
Autores
Tyng, Chen Tzong
Orientador
Co-orientadores
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Tipo de documento
Trabalho de Conclusão de Curso
Data
2016
Resumo
A indústria automobilística no Brasil atualmente representa cerca de 25% do PIB Industrial e 5% do PIB Brasileiro, crescimento de 100% em 15 anos, frente a 2000, quando representava somente 12,5% do PIB Industrial Brasileiro, sendo a base do principal modal de transporte nacional, o transporte rodoviário. Embora tenha demonstrado um bom desempenho mesmo após a crise de 2008, quando obteve recordes de produção (3 milhões de unidades) e de licenciamentos ( 2,8 milhões de unidades), em 2013 e 2014, frente à nova crise econômica mundial, a indústria automobilística teve leve retração, passando de 3,04 milhões de unidades licenciadas para 2,79 milhões. A importância do setor para a economia é confirmada quando se tem que, historicamente, frente a desaquecimentos na economia, o governo adota medidas de fomento à demanda dessa indústria, como ocorreu em janeiro de 2009 e maio de 2012 pela redução do IPI. Buscando compreender melhor o setor automobilístico, foi dirigido um estudo acerca da elasticidade-renda e da elasticidade-atividade de seus dois mais importantes subgrupos, o Premium e o Comum, entre janeiro de 2003 a julho de 2015, objetivando encontrar as variáveis determinantes de sua demanda. O estudo revelou que, o setor Premium possui uma elasticidade-renda maior e uma elasticidade-atividade menor do que o setor Comum, o que leva a crer que escolha pelo Carro Premium deve ser pautada pelo nível de renda ou riqueza do agente, e não pelas expectativas futuras deste.
Palavras-chave
Indústria automobilística; Brasil
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Idioma
Português
Notas
Membros da banca
Madalozzo, Regina Carla
Moita, Rodrigo Menon Simões