Riqueza sócio emocional e gestão de recursos humanos: como as diferenças entre as empresas familiares e não familiares na gestão de seus recursos humanos impactam os resultados

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Autores

Pacheco, Lilian Léo

Orientador

Mesquita, Luiz Ferraz de

Co-orientadores

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Tipo de documento

Dissertação

Data

2013

Unidades Organizacionais

Resumo

Neste estudo tomo com base o conceito de preservação da riqueza sócio emocional e integro as teorias de gestão de recursos humanos e teorias sobre empresas familiares, buscando explicações no nível de micro fundações para os impactos das decisões tomadas pelas empresas quanto à gestão dos seus recursos humanos nos resultados operacionais, medidos através do turnover e produtividade. Nenhuma pesquisa até então integrou tais teorias e buscou explicações em um nível micro dentro das empresas. Para tal, uma amostra de 180 empresas brasileiras serviu de base para aplicação de um modelo de equações estruturais que demonstrou como as diferenças na adoção de práticas formais de gestão de recursos humanos entre empresas familiares e não familiares funcionam como antecedentes do turnover de empregados e como o turnover impacta na produtividade, aplicando uma distinção entre turnover de diretores e gerentes e turnover de demais empregados. Os resultados sugerem que empresas familiares adotam algumas práticas menos formalizadas para gerir seus recursos humanos, fato que corrobora com o conceito de preservação da riqueza sócio emocional. Como consequência da adoção de práticas menos formais, como a prática de monitoramento e gestão do clima organizacional, observei um nível maior de turnover de seus empregados de forma geral, comparado com as empresas não familiares. Tal resultado contribui não apenas para a pesquisa de empresas familiares como para pesquisa de turnover, que têm explorado pouco o papel do clima organizacional como seu antecedente. Apesar da adoção de práticas menos formais de recursos humanos, os resultados encontrados me fazem sugerir que outro tipo de aspecto que parece influenciar as relações em empresas familiares: a proximidade com a família, que pode suprir a ausência de determinadas práticas.

Palavras-chave

Empresas familiares; Práticas de Recursos Humanos; reservação da riqueza sócio emocional; Turnover; Produtividade; Family-owned firms; Human resources practices; Social emotional wealth; Purnover; Productivity

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Idioma

Português

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Membros da banca

Hashimoto, Marcos

Área do Conhecimento CNPQ

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