ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI

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    Trabalho de Conclusão de Curso
    Redução das emissões de CO2: a utilização do blockchain no mercado de créditos de carbono
    (2022) Attie, Marcela Araújo
    As mudanças climáticas advindas das emissões dos gases do efeito estufa (GEE) são pautas que estão cada vez mais em destaque nos tempos atuais. Desse modo, a necessidade de soluções para os desafios à preservação dos ecossistemas e da vida humana se tornam evidentes. Diante deste contexto, os debates e medidas para mitigação dos impactos ambientais, elaborados por organizações globais, como o Protocolo de Quioto (1997) e o Acordo de Paris (2015), criaram condições para a ascensão dos mercados de créditos de carbono. Tendo em vista o fomento desse sistema, a tecnologia blockchain surge como opção para certificar e otimizar as transações, garantindo maior transparência, controle, agilidade e acessibilidade, com a conversão dos créditos de carbono em tokens e sua posterior comercialização de forma virtual.
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    Dissertação
    A importância do caixa para as empresas brasileiras: uma análise comparativa entre períodos de pré-crise (1995-1997), crise (1998-2003) e pós-crise (2004-2006).
    (2008) Benegas, Renata Magalhães Pinto
    Este estudo busca avaliar como restrições financeiras podem aumentar a sensibilidade do investimento com relação ao fluxo de caixa, sejam elas causadas por um mercado com forte presença de imperfeições, como assimetria de informação, ou mesmo por características da própria empresa. Foram analisadas 299 empresas brasileiras no período de 1995 a 2006, incluindo períodos de pré-crise, crise e pós-crise. Foi calculado um modelo de caixa ótimo das empresas, e com isto foi feita a classificação principal das empresas com relação a sua situação financeira, baseada no desvio de seus caixas comparado ao caixa encontrado. O principal objetivo era mostrar que em períodos com maior assimetria de informação e custos de captação externos altos, a importância das reservas de caixa nas empresas aumenta. Foi concluído que o caixa ótimo calculado é uma variável adequada para a classificação das empresas brasileiras, e que realmente firmas que apresentaram desvios com relação a este caixa possuem seus investimentos mais sensíveis ao fluxo de caixa.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    Determinantes do retorno de private equity e venture capital no Brasil
    (2014) Moreira, Lucas do Amaral
    Neste trabalho foi realizada uma análise de algumas características determinantes do retorno de investimentos de Private Equity e Venture Capital no Brasil. Foram analisados caracterizadores tanto dos investimentos (período investido e capital investido), quanto de fundos (tamanho do fundo, capital comprometido do fundo e estratégia), gestores (idade) e mercado (desempenho do Ibovespa). A análise se deu sobre uma amostra construída pelo Insper em conjunto com a Spectra, gestora de fundo de fundos de Private Equity no Brasil. Os resultados desse estudo demonstram impactos relevantes de algumas características sobre o sucesso dos investimentos.
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    Working Paper
    Relação entre Investidores e Gestores de Fundos de Private Equity no Brasil
    (2013) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Rossi Júnior, José Luiz; Santos, Ana Carolina Teresa Ramos de Oliveira
    A relação entre investidores de fundos de private equity, também denominados cotistas ou limited partners (LP) e gestores, também denominados general partners (GP) é de longo prazo, superando muitas vezes 10 anos. Para criar valor para os investidores, os gestores precisam identificar e estruturar bons investimentos, monitorálos e gerar boas saídas. A relação entre GP e LP traz várias situações de potenciais conflitos de interesse, pois os GPs têm muito mais informações sobre a carteira do que os LP. Por isso há a necessidade de mecanismos que alinhem os interesses de GP e LP e previnam comportamento oportunístico por parte do GP. A transparência nas decisões e desempenho dos fundos de Private Equity, assim como a governança que rege a função fiduciária dos GPs são outros aspectos importantes na relação. O objetivo desse trabalho é retratar como a indústria de private equity têm tratado dos conflitos de interesse e quais são as tendências em contratos futuros. Para isso foram analisados as diretrizes da ILPA (Institutional Limited Partners Association) e do AIFM (Alternative Investment Fund Managers), um relatório de discussão sobre Private Equity do FSA (Financial Services Authority, o órgão regulador financeiro do Reino Unido), a instrução 391 da CVM, uma pesquisa realizada por Gompers e Lerner (2001 e 2006) sobre 140 contratos de parcerias norte americanas. As diretrizes da ILPA procuram definir melhores práticas em Private Equity, mas não tem poder regulatório. As diretrizes do AIFM é uma proposta de lei da União Européia para colocar fundos hedge e de private equity sob a supervisão do órgão regulador da União Européia. O FSA é o órgão regulador financeiro do Reino Unido. Além disso, analisamos 27 contratos de FIPs brasileiros caracterizados como fundos de Private Equity. Maiores detalhes sobre essa análise podem ser obtidas nos anexos. O texto foi organizado em três seções: mecanismos de alinhamento, governança e transparência.
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    Dissertação
    Uma investigação sobre a estrutura de controle como determinante da política de dividendos nas empresas brasileiras
    (2013) Conrado, Emerson
    O presente estudo pretende entender como a estrutura de controle acionário influencia a política de distribuição de resultados de empresas de capital aberto no Brasil. Neste intuito o modelo de ajustes parciais dos dividendos, proposto por Lintner (1956), é estendido para receber algumas variáveis de controle e outras que emulam a estrutura de controle acionário. A amostra utilizada consiste nas empresas de capital aberto presentes na Bm&fBOVESPA no período entre os anos de 2007 e 2012. Os resultados mostram que as empresas brasileiras desenvolvem suas políticas de distribuição de resultados de acordo com suas capacidades de geração de caixa (LAJIDA). Adotam a prática da suavização dos ajustes (dividend smoothing). Contrariamente aos resultados obtidos para empresas inglesas por Khan (2006) e, Renneboog e Trojanowski (2006), a maior concentração do controle propicia maior distribuição de resultados, entretanto, não para todos os perfis de acionistas ou blocos controladores.
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    Dissertação
    O impacto da diminuição do tempo de latência na plataforma de negociação da BM&FBovespa na liquidez do mercado de ações no brasil
    (2018) Silva, Nilton Neves
    Com o avanço da tecnologia, as bolsas de valores no mundo têm realizado investimentos em plataforma de negociação com novas funcionalidades, maior capacidade e baixo tempo de resposta (baixa latência). Com a diminuição da latência, investidores de alta-frequência, chamados HFTs, ficam mais eficientes para ler e interpretar notícias no mundo e, até mesmo, para tomar decisões de investimento ou de desinvestimento rapidamente, o que pode causar impacto na liquidez do mercado. O presente trabalho estuda a migração de plataforma ocorrida no Brasil em 2013. A BM&FBOVESPA substituiu o Mega Bolsa pelo PUMA reduzindo o tempo de latência total, de 200 milissegundos para 1,4 milissegundos. Foram utilizadas quatro proxies de liquidez: quoted spread, effective spread, realized spread e price impact. Nosso resultado não encontrou impacto nas proxies de liquidez em decorrência da migração. O estudo contribui de duas maneiras, a primeira com a literatura mundial, já que o assunto não é consenso entre os diversos autores e, de um segundo modo, auxilia profissionais no mercado que avaliam investimentos em tecnologia e seus impactos.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    Venture debt: comparação entre o modelo internacional e o primeiro fundo brasileiro
    (2018) Crepaldi, Luca Rother
    O leque de possibilidades que as startups possuem para financiamento via dívida é restrito, sendo um deles o Venture Debt. No Brasil, diferentemente dos EUA, esse mercado está em estágio inicial. Este trabalho tem como objetivo comparar o modelo utilizado nos EUA com o que está sendo criado no Brasil, afim de entender as semelhanças e diferenças entre eles e como o Venture Debt se encaixa no ecossistema brasileiro. O Venture Debt é o financiamento via dívida para empresas em estágio inicial, e que são investidas de um fundo de Venture Capital. Para os empreendedores, o VD diminui a diluição pois permite que a empresa atinja milestones e aumente seu valuation. Nos EUA, os fundos de VD emprestam inclusive para empresas sem faturamento, e utilizam como garantia principalmente ativos intangíveis, como propriedades intelectuais (ex. patentes), sendo que se a empresa é investida de um fundo de Venture Capital, existe a possibilidade de não solicitar garantias reais. No Brasil, o fundo de VD desenvolvido pela SP Ventures possui restrições quanto ao tamanho mínimo da empresa a ser financiada, que deve estar no estágio pós Série A, e pode exigir garantias reais mesmo para investidas de VCs. Porém, se assemelha ao modelo americano com relação ao ticket médio financiado e taxas de juros cobradas, entre 10% e 15% ao ano sobre o valor principal, além do kicker sobre faturamento ou equity.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    Impactos de alterações de tamanho via fusões e aquisições no retorno esperado de ações: uma abordagem fatorial
    (2023) Nobel, Rodrigo
    Este artigo analisa o impacto do tamanho das empresas sobre o retorno de suas ações. Especificamente, utilizando o modelo de 5 fatores de Fama e French (2015), o trabalho avalia se o retorno das ações de empresas que passam por uma variação de tamanho decorrente de um processo de compra ou venda de ativos será impactado de acordo com sua nova capitalização de mercado, reforçando o papel do fator tamanho na determinação do retorno esperado de ações. Os resultados encontrados para o período de análise, 2018 a 2022, indicam que estes são os efeitos de um processo de compra ou venda de ativos. Após a venda de ativos, o retorno da empresa se assemelha mais ao de empresas menores, e de maiores no caso da compra de ativos.
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    Relação do perfil de investidor e dos financiamentos na determinação do tempo de evento de saída de unicórnios
    (2023) Andrade, João Augusto dos Santos
    Nos últimos anos, o número de empresas cujo valor de mercado é superior a um bilhão de dólares aumentou de maneira considerável, principalmente em países com elevado grau de desenvolvimento tecnológico e ecossistemas disruptivos, como Estados Unidos e China. Essas empresas, por possuírem modelos de negócio escaláveis, tornam-se investimentos atrativos para fundos de venture capital e private equity, uma vez que há expectativa de retornos elevados em relação ao capital investido no evento de saída. Este estudo tem o intuito de examinar a relação entre o perfil dos investidores e os investimentos realizados em empresas cujo valor superou USD 1 bilhão, denominadas unicórnios. Para tal, utilizou-se uma amostra de 1.446 unicórnios, localizadas globalmente, que fizeram fusão ou aquisição (M&A) ou oferta pública de ações (IPO - Initial Public Offer). Com base na análise de riscos proporcionais de Cox, foram estimados modelos de sobrevivência para avaliar quais fatores relacionados ao perfil dos investidores e seus investimentos aceleram a ocorrência da saída estratégica via M&A ou IPO após uma empresa atingir o patamar de unicórnio. Em termos de resultados significantes estatisticamente, existem evidências de que a presença de investidores de boa reputação e qualificação no mercado econômico, assim como investimentos mais frequentes e de maior valor médio ao longo da vida do unicórnio estão associados a uma redução do tempo até o M&A ou IPO, assim como uma maior taxa de ocorrência de um evento de saída bem sucedido
  • Working Paper
    Teste de estabilidades dos coeficientes betas do mercado acionário brasileiro
    (2009) Lima, Ronaldo Gomes Dultra de; Laurini, Márcio Poletti; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI
    O objetivo deste artigo é testar a estabilidade do coeficiente beta de ações brasileiras quando não se conhece o ponto de quebra estrutural. Para isso foram aplicados a classe de testes para quebra estrutural propostos por Andrews (1993) e Andrews e Ploberger (1994) para amostras de retornos semanais e mensais de 92 ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo – Bovespa, utilizando como índices de mercado o Ibovespa e MSCI Brasil. Os resultados foram comparados com os obtidos com o teste de Chow (1960), que faz parte da classe de testes mais tradicionais, em que é necessário assumir um ponto de quebra estrutural. Os resultados das duas classes de modelos são diametralmente opostos. Enquanto que os testes de Andrews (1993) e Andrews e Ploberger (1994) não rejeitam a hipótese de que os coeficientes betas são razoavelmente estáveis, o teste de Chow (1960) mostra uma grande instabilidade para esse coeficiente. Além disso, os testes de Andrews e Andrews e Ploberger indicam que a estabilidade do beta aumenta com o uso de retornos mensais e a utilização do MSCI Brasil, enquanto que o teste de Chow indica que a estabilidade do coeficiente beta aumenta com os retornos semanais e não encontra diferença significativa da utilização de índices na estabilidade do beta. Essa divergência de resultados indica que a instabilidade do coeficiente beta pode ser muito menor do que o indicado nas evidências empíricas encontradas na literatura de finanças.