Avaliação do risco sistêmico dos bancos no Brasil

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Orientador
Lyrio, Marco Tulio Pereira
Co-orientadores
Tipo de documento
Dissertação
Data
2012
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Fascículo
Resumo
Após a crise financeira de 2008, as principais organizações internacionais como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Bank of International Settlements (BIS) começaram a dar mais ênfase às políticas macroprudenciais e à avaliação do risco sistêmico. Até então, a regulamentação do mercado financeiro internacional estava focada na avaliação microprudencial e no controle das instituições financeiras, acreditando que, assim, a estabilidade financeira já estaria resguardada. Questões como “grandes demais para quebrar” ou “risco moral” ganharam destaque na condução das politicas econômicas, pois envolvem recursos públicos, custo político e perda de credibilidade. Dessa forma, o presente estudo pretende avaliar o risco sistêmico dos bancos atuantes no mercado brasileiro listados em bolsa de valores. Utilizando a metodologia proposta por Acharya et al. (2010), pode-se verificar que o Marginal Expected Shortfall e a alavancagem resultaram em um Systemic Expected Shortfall, risco sistêmico, coerente com o tamanho e a relevância das instituições envolvidas e com situações específicas, como restrição do mercado de crédito em 2008. Verificou-se, também, que os grandes bancos nacionais apresentam os maiores riscos sistêmicos para o mercado brasileiro em 2012 e que os bancos médios apresentam moderado risco sistêmico para o sistema financeiro.

Titulo de periódico
Título de Livro
Idioma
Português
Notas
Membros da banca
Brito, Ricardo Dias De Oliveira
Tabak, Benjamin Miranda
Araujo, Michael Viriato
Área do Conhecimento CNPQ
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