Discordância e volume de negociação no mercado de capitais

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Autores

Costa Filho, Alencar Severino da

Co-orientadores

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Tipo de documento

Trabalho de Conclusão de Curso

Data

2013

Unidades Organizacionais

Resumo

O objetivo principal desse trabalho foi verificar a partir de um estudo empírico, qual das teorias de tomada de decisão: Subjective Expected Utility (SEU) e Max-min Expected Utility (MEU); representa melhor a relação entre a discordância e o volume de negociação no mercado de capitais. O desvio-padrão das recomendações de analistas de equity research foi utilizado como proxy dessa discordância. Neste trabalho, supõe-se que as opiniões destes analistas refletem as de investidores. Assim, foi proposto um modelo linear simples em que a variável dependente é o crescimento, em porcentagem, no volume de negociação médio n dias após uma mudança de recomendação de um analista, relativo a n dias antes dela e a variável independente é o crescimento, em porcentagem, do desvio-padrão do conjunto de recomendações dos analistas no dia da mudança. A analise foi feita para n = 1, 3, 5 e 10 dias. Os resultados apresentaram uma inexistência de relação entre uma mudança na discordância dos analistas e o volume de negociação relativo das ações estudadas apontando em favor da validação do modelo MEU.

Palavras-chave

Subjective expected utility; Max-min expected utility; Equity reseach; Mercado de capitais; Teoria da decisão

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Idioma

Português

Notas

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