Coleção Insper Business and Economics Working Papers

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    Working Paper
    Métricas de Criação de Valor na Empresa e a Capitalização de Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento
    (2008) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Sanvicente, Antonio Zoratto; Souza, Leandro da Silva e
    O trabalho discute os principais pontos de vista inerentes às normas de contabilidade relativas ao tratamento de despesas de pesquisa e desenvolvimento e avaliação de ativos intangíveis, ou seja, relevância para o valor da empresa e confiabilidade dos valores estimados. Descreve as normas vigentes nos Estados Unidos e no Brasil, fazendo também referência aos padrões internacionais de contabilidade. Faz uma revisão de literatura contábil empírica voltada para a determinação da relevância e da confiabilidade da capitalização de gastos com pesquisa e desenvolvimento, e descreve o procedimento adotado num dos artigos analisados para que se estimem: (a) o valor do ativo intangível gerado com pesquisa e desenvolvimento, (b) o prazo de sua vida útil, e (c) a escala de taxas de amortização do ativo assim criado. Essas estimativas seriam indispensáveis para uma empresa que capitalizasse seus gastos de P&D, principalmente para fins de cálculo do capital investido em métricas de criação de valor.
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    Working Paper
    Teste de estabilidades dos coeficientes betas do mercado acionário brasileiro
    (2009) Lima, Ronaldo Gomes Dultra de; Laurini, Márcio Poletti; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI
    O objetivo deste artigo é testar a estabilidade do coeficiente beta de ações brasileiras quando não se conhece o ponto de quebra estrutural. Para isso foram aplicados a classe de testes para quebra estrutural propostos por Andrews (1993) e Andrews e Ploberger (1994) para amostras de retornos semanais e mensais de 92 ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo – Bovespa, utilizando como índices de mercado o Ibovespa e MSCI Brasil. Os resultados foram comparados com os obtidos com o teste de Chow (1960), que faz parte da classe de testes mais tradicionais, em que é necessário assumir um ponto de quebra estrutural. Os resultados das duas classes de modelos são diametralmente opostos. Enquanto que os testes de Andrews (1993) e Andrews e Ploberger (1994) não rejeitam a hipótese de que os coeficientes betas são razoavelmente estáveis, o teste de Chow (1960) mostra uma grande instabilidade para esse coeficiente. Além disso, os testes de Andrews e Andrews e Ploberger indicam que a estabilidade do beta aumenta com o uso de retornos mensais e a utilização do MSCI Brasil, enquanto que o teste de Chow indica que a estabilidade do coeficiente beta aumenta com os retornos semanais e não encontra diferença significativa da utilização de índices na estabilidade do beta. Essa divergência de resultados indica que a instabilidade do coeficiente beta pode ser muito menor do que o indicado nas evidências empíricas encontradas na literatura de finanças.
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    Working Paper
    Uma investigação sobre os Estilos Gerenciais e Riscos de Mercado de Fundos Multimercados Brasileiros
    (2009) Coelho, Gustavo Teixeira; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Laurini, Márcio Poletti
    Nos últimos anos, houve um direcionamento dos investimentos dos brasileiros para fundos com risco maior, o que requer um monitoramento constante. Só é possível ter acesso às carteiras dos fundos multimercado no Brasil com uma defasagem de três meses, o que dificulta estimar no momento corrente os riscos aos quais os investidores estão expostos e a dimensão da possível perda. Buscando aumentar a transparência do segmento e mensurar a exposição corrente dos fundos investidos, foi aplicado neste trabalho um modelo de fatores em busca de uma carteira representada por índices de mercado, mas com as mesmas propriedades da original, e através desta, mensurar a exposição aos respectivos fatores e calcular os riscos de mercado para VAR e Stress.
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    Working Paper
    Opções Reais Existentes em Empreendimentos de Tecnologia
    (2008) Paixão, Mariana dos Reis; ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI
    Start-ups de tecnologia são caracterizadas por uma grande parcela de ativos intangíveis, ambiente muito incerto e diversas flexibilidades gerenciais. As técnicas tradicionais de avaliação de projetos, como fluxo de caixa descontado, consideram que a gestão do projeto é passiva, e por isso não conseguem precificar as flexibilidades gerenciais, subavaliando start ups. O objetivo deste trabalho é discutir opções reais existentes em investimentos tecnológicos e ilustrar com o caso da VoziP, nome ficiticio de uma start-up de tecnologia focada em comunicação multimídia em tempo real, como a Teoria de Opções pode ser aplicada para avaliar esse tipo de empreendimento. A avaliação das duas opções reais mais prováveis pelo modelo binomial aumentou o valor presente do empreendimento em mais que 13%. Esse projeto, entretanto, contém diversas outras opções de crescimento que podem aumentar consideravelmente o valor presente tradicional. A Teoria de Opções também permite identificar o momento ótimo de exercer as opções reais e avaliar qual estratégia de investimento criará opções de crescimento mais valiosas no futuro.
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    Working Paper
    Estimando O Custo De Capital De Companhias Fechadas No Brasil Para Uma Melhor Gestão Estratégica De Projetos
    (2007) ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI; Sanvicente, Antônio Zoratto; Montenegro, Carlos Mauro Gali; Donatelli, Danielle Hatem; Bignotto, Fernando Graciano
    O interesse em estimar um custo de capital adequado para o risco tem crescido nas empresas nacionais. A estimação de uma taxa de desconto apropriada permite tanto alocar de maneira mais adequada os recursos internos de uma organização diversificada, como medir o desempenho e remunerar melhor os executivos, etapas essenciais para alinhar a estratégia da empresa ou organização com a criação de valor para o acionista. Existe uma polêmica razoável sobre como determinar os parâmetros do CAPM (Capital Asset Pricing Model), o modelo mais utilizado para estimar o custo de capital próprio. Este estudo faz uma análise crítica das metodologias mais utilizadas no Brasil e sugere uma metodologia que parte de dados do mercado brasileiro para estimar o prêmio pelo risco de mercado e de fundamentos para estimar o coeficiente beta de empresas de capital fechado ou divisões de grandes corporações diversificadas. Os resultados mostram que, além dos fatores considerados na literatura (alavancagem financeira e alavancagem operacional), um fator relevante para a determinação do beta é o percentual de receita gerada pelas exportações. Quanto maior o percentual de exportação, menor tende a ser o beta da empresa, ou seja, menor a sensibilidade da empresa ou unidade de negócio aos ciclos da economia brasileira.