Trabalho de Conclusão de Curso | Graduação
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Trabalho de Conclusão de Curso Como a eleição de Donald Trump efetou o mercado acionário norte americano e as expectativas dos analistas de mercado(2017) Fernandes, Diego CostaEste estudo tem como objetivo investigar como a eleição de Donald Trump impactou o mercado acionário Norte Americano e as expectativas dos analistas de mercado. O estudo analisa o comportamento de 3.370 ações ao redor do dia 28 de fevereiro, em que Donald Trump, 45º Presidente dos Estados Unidos da América, fez seu primeiro discurso ao Senado, esclarecendo brevemente alguns temas como políticas de comércio, defesa, imigração e outros, com uma postura mais unificadora em seu discurso, divergindo do tom inicialmente abordado em sua campanha. Em conclusão, pode-se dizer que, inicialmente, o mercado acionário como um todo teve uma pequena reação negativa em relação ao discurso de Trump ao senado, mas após 5 dias, em média, a reação foi positiva, aumentando até o 30º dia. Isso pode ser interpretado como o mercado digerindo as informações em relação ao discurso de Donald Trump ao Senado e, por fim, reagindo positivamente em média. Este trabalho utiliza como metodologia um estudo de eventos e calcula os retornos anormais acumulados, com dados desde o ano de novembro de 2016 até abril de 2017.Trabalho de Conclusão de Curso Estudo de eventos: o uso de informação privilegiada em operações de fusão e aquisição de empresas brasileiras entre os anos de 1995 e 2008(2008) Goldstein, Conrad NathanEste estudo analisa o uso de informação privilegiada no mercado brasileiro. Objetiva-se testar se houve ação de insiders e ganho anormal nas operações de fusão e aquisição no Brasil. Por meio de um estudo de eventos, serão coletadas as operações de fusões e aquisições entre os anos de 1995 e 2008 que envolva no mínimo uma empresa brasileira de capital aberto e com ação cotada na Bovespa. Serão elaboradas 10 amostras, segregando o banco de dados em empresas adquiridas e adquirentes e diferenciando ações ordinárias e preferenciais. Ademais, será feita uma análise específica para operações que aconteceram antes e depois de 2002. O intuito desta segregação é justamente tentar entender se ações ordinárias e preferenciais de empresas compradas e compradoras tem um comportamento diferenciado e examinar se a partir de 2002, ano marcado pela emissão da instrução 358 da Comissão de Valores Mobiliários, há alguma mudança significativa neste cenário. Verifica-se Retorno Anormal Acumulado médio significantemente diferente de zero em todas as amostras.Trabalho de Conclusão de Curso A impossibilidade de realizar transações com alavancagens financeiras altas prejudica a indústria de PE no Brasil?(2018) Miele, Vitor SantosO objetivo deste trabalho é, com base em uma revisão da literatura, analisar se a impossibilidade de realizar transações com alavancagens financeiras altas reduz as vertentes geradoras de valor e limita as oportunidades de investimentos dos fundos PE no Brasil, prejudicando o desenvolvimento da indústria. A reflexão se deu considerando os estudos de diversos autores acerca das vertentes geradoras de valor nos fundos de PE e comparando dados históricos da indústria no Brasil e nos EUA.Trabalho de Conclusão de Curso Principais determinantes do volume captado por fundos de private equity em países emergentes(2018) Serson, Rafael HeilbutDentre o ecossistema global de investimentos e alocação em classe de ativos, a indústria de Private Equity se posiciona como um investimento alternativo de longo prazo e altos retornos para investidores institucionais. Relevante no portfólio de investidores está a proporção alocada em mercados emergentes, cujo ambiente institucional e de negócios proporciona interessantes oportunidades, ainda mais se tratando de alocação em fundos de Private Equity, que se consolidam com retornos atrativos, mas possuem ainda pouco representação em comparação com fundos em países desenvolvidos. Este estudo almeja analisar a indústria de Private Equity em países emergentes, com enfoque na captação de investimentos. Desta forma, o presente artigo caracteriza-se como uma análise sobre os determinantes para tais aportes por parte de investidores institucionais, buscando listar os principais fatores macroeconômicos e microeconômicos que embasam a tomada de decisão de investir nestes fundos alternativos em selecionadas economias em desenvolvimento.Trabalho de Conclusão de Curso Venture debt: comparação entre o modelo internacional e o primeiro fundo brasileiro(2018) Crepaldi, Luca RotherO leque de possibilidades que as startups possuem para financiamento via dívida é restrito, sendo um deles o Venture Debt. No Brasil, diferentemente dos EUA, esse mercado está em estágio inicial. Este trabalho tem como objetivo comparar o modelo utilizado nos EUA com o que está sendo criado no Brasil, afim de entender as semelhanças e diferenças entre eles e como o Venture Debt se encaixa no ecossistema brasileiro. O Venture Debt é o financiamento via dívida para empresas em estágio inicial, e que são investidas de um fundo de Venture Capital. Para os empreendedores, o VD diminui a diluição pois permite que a empresa atinja milestones e aumente seu valuation. Nos EUA, os fundos de VD emprestam inclusive para empresas sem faturamento, e utilizam como garantia principalmente ativos intangíveis, como propriedades intelectuais (ex. patentes), sendo que se a empresa é investida de um fundo de Venture Capital, existe a possibilidade de não solicitar garantias reais. No Brasil, o fundo de VD desenvolvido pela SP Ventures possui restrições quanto ao tamanho mínimo da empresa a ser financiada, que deve estar no estágio pós Série A, e pode exigir garantias reais mesmo para investidas de VCs. Porém, se assemelha ao modelo americano com relação ao ticket médio financiado e taxas de juros cobradas, entre 10% e 15% ao ano sobre o valor principal, além do kicker sobre faturamento ou equity.Trabalho de Conclusão de Curso Alinhamento de interesses e remuneração de gestores na indústria de private equity no Brasil(2018) Fugita, Karina MiyukiA indústria de Private Equity possui como característica marcante a realização de investimentos ilíquidos de longo prazo e alto nível de risco e retorno. Como há pouca abertura para que investidores possam interferir na gestão dos fundos e a informação sobre a carteira de investimento é opaca, existe grande risco de comportamento oportunístico por parte dos gestores. Consequentemente, o alinhamento de interesse e as cláusulas contratuais, que mitigam esse problema, são fatores de grande atenção. A remuneração dos gestores é uma das grandes preocupações em alinhamento de interesse entre gestores e investidores. Portanto, esse trabalho tem o objetivo de analisar os termos de remuneração dos regulamentos de FIPs, provenientes de fundos de Private Equity registrados na CVM e, analisar se estão de acordo com as melhores práticas propostas pela ILPA. Para isso, foram analisados 57 regulamentos de fundos de investimento de participação identificados pela Spectra Investimentos, como referência a contratos que regulamentam a relação entre gestores e investidores de Private Equity no Brasil. Os resultados da análise mostram que fundos brasileiros adotam práticas recomendadas pela ILPA. Cerca de 59,65% dos fundos alteram o valor da taxa de administração após o período de investimento, principalmente através da mudança da base de cálculo (50,88%), que geralmente inicia-se como capital comprometido, e o carry é pago na maior parte dos contratos apenas após o investidor ter recebido todo o capital comprometido corrigido. Entretanto, foram detectadas algumas fontes de preocupações. Em 35,71% dos contratos, o hurdle-rate é alto, e considerando que não há cláusulas de catch up ou mecanismo análogo, o valor do carry pode ser muito pequeno para servir como mecanismo de alinhamento. Outra fonte de potencial conflito de interesse é a presença de Comitê de Investimentos com participação de cotistas (56,14%), que podem interferir na decisão de investimento e desinvestimento, gerando uma oportunidade para o LP ter comportamento oportunístico, o que não é comum em contratos internacionais.Trabalho de Conclusão de Curso Sinalização e aprendizagem em parcerias de private equity no Brasil(2017) Gracias, Felipe DominguesEsse trabalho de conclusão do curso de Ciências Econômicas tem como objetivo a análise das relações entre GP’s (General Partners) e LP’s (Limited Partners) em parcerias de Private Equity no Brasil sob a ótica dos modelos de Aprendizagem e Sinalização como arcabouços teóricos para explicar o comportamento dos regimes de remuneração (taxas de administração e performance) adotados entre as gestoras de fundos e os investidores que neles aportam capital. Os resultados encontrados permitem estipular que o comportamento dos regimes de remuneração, em média na metade dos casos, não pode ser explicado através dos modelos de Aprendizagem ou Sinalização, mas sim, conjectura-se, através de dinâmicas específicas do mercado de Private Equity brasileiro. Na outra metade dos casos, parece haver aderência de algum dos dois modelos para explicar o comportamento das taxas de administração e performance associadas aos fundos de determinada gestora (GP).Trabalho de Conclusão de Curso Retornos de investimentos de private equity e venture capital no setor de tecnologia no Brasil(2017) Silva, Pedro Dias PalumboOs investimentos em venture capital são peças relevantes para o desenvolvimento de tecnologia no país e pode trazer benefícios de longo prazo. Porém, para se fazer bons investimentos e propiciar o desenvolvimento do ambiente de tecnologia é necessário entender os fatores dominantes para o sucesso destes. O presente estudo se propõe a explorar as diversas características dos investimentos e apontar as características principais que levam estes ao sucesso. Por meio de uma regressão Tobit, os resultados mostram que os fatores que explicam um retorno negativo são, (i) investimentos em telecomunicações e (ii) grande período de investimento. Não foram encontrados evidências nos dados analisados sobre influências positivas.Trabalho de Conclusão de Curso Mapeamento do mercado de Private Equity e Venture Capital de investidores de impacto: como os players medem o impacto de seus investimentos em diferentes setores e regiões da América latina?(2017) Campolungo, Henrique RodriguesImpact Investing ou Investimento de Impacto pode ser definido segundo JP Morgan & Global Impact Investing Network (2015) como investimentos em empresas, instituições e fundos que possuem a intenção de causar impacto social positivo, além de obter um retorno financeiro. O mercado de Investimentos de Impacto ainda é muito pequeno em relação a outros, possuindo US$ 60 bilhões em ativos sobre gestão, com um crescimento de 17% em relação ao último ano, podendo atingir um crescimento potencial de US$ 2 trilhões em 10 anos. De acordo com o EVPA (2015) a falta de medidas de benchmarking, a ausência de padrões em termos de provas necessárias, e a falta de dados sobre o impacto dos fundos em suas investidas, estão entre as dúvidas mais apresentadas. Com isso, o estudo visa explorar e compreender quem são os principais investidores de impacto, onde eles investem e como eles avaliam o impacto. Isso nos permite avaliar duas das principais lacunas no investimento de impacto: avaliação do impacto (medida do impacto social e ambiental) e a influência dos investidores sobre as empresas investidas. O resultado do estudo é um mapeamento do Brasil e alguns países da América Latina. Aqui, vamos considerar as medidas mais reconhecidas para medir impacto: IRIS, GIIRS, SROI e métricas personalizadas para complementrariedade do estudo. Como resultado desse estudo, foi encontrado que a maioria dos investidores são caracterizados como Venture Capitals e Private Equitys, representando mais da metade dos players e que os investidores buscam desenvolver novos produtos/serviços para o mercado. Com isso, existe um grande mercado potencial para VC/PE e incubadoras que possuem o papel de fomentar os negócios focados em gerar um benefício socioambiental para a comunidade. Além disso, foi encontrando que os setores com maior participação de investimentos são: saúde, educação, tecnologia, serviços financeiros, habitação, respectivamente. Através desse estudo, percebe-se que a etapa de mensuração de impacto ainda tem um grande caminho para percorrer, e que os participantes do ecossistema de investimento de impacto compreendem a importância dessa etapa para a disseminação e entendimento do assunto por parte de todos. Ou seja, através dessa pesquisa primária fica evidenciado que esse mercado ainda é incipiente na América Latina. Pensando sobre o futuro deste setor, entende-se que o ponto mais crítico é a falta de um caso de sucesso no mercado nacional. Outro desafio constatado pelos investidores foi uma maior interação e contribuição entre todos os stakeholders do ecossistema de investimento de impacto. Além disso, a padronização de ferramentas de mensuração de impacto, maiores dados, e a criação de benchmarks para o tema irá possibilitar o fomento do tema de Investimentos de Impacto na América Latina.Trabalho de Conclusão de Curso Análise do impacto dos fundos de private equity e venture capital no rendimento de longo prazo de IPOs no Brasil(2013) Pinto, Lucas Vinicius SilvaEste trabalho analisa o impacto de longo prazo de fundos de prite equity e venture capital nas empresas que realizam IPO. Conclui-se que o desempenho dessas empresas é superior às demais quando se observa um horizonte de um e dois anos após a abertura do capital. No entanto, não há evidências de que o mesmo ocorra para horizonte de três anos. Se atribui a esse desempenho superior experiência relevante dos gestores desses fundos em conduzir esse tipo de operação, o que impacta fortemente o desempenho das empresas em horizontes mais curtos mas deixa de ser relevante com o passar do tempo.
