Dissertação de Mestrado

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    Investigando a influência de priming de imagem de temperatura na tomada de risco
    (2020) Graziani, Eduardo Alexandre
    O desenvolvimento da Economia Comportamental por meio da Teoria do Prospecto evidencia que a tomada de decisão envolvendo risco é influenciada por fatores subjetivos. Desta forma, utilizando princípios e descobertas da teoria do Embodied Cognition e o conceito de priming effect, o presente trabalho teve como objetivo verificar se um priming de imagem que remete à uma temperatura pode interferir na tomada de risco de um indivíduo e se isso ocorre por meio da influência na percepção de risco do indivíduo. A pesquisa foi divulgada pela ferramenta de ambiente online mTurk e realizada utilizando teste de tomada de risco e questionários de percepção de risco e embodied cognition. Por meio da perspectiva da metáfora conceitual do embodied cognition, o “comportamento frio” é um conceito usado para descrever metaforicamente o comportamento racional e deliberado e o “comportamento quente” associado à impulsividade. Observando os resultados dos efeitos sobre a tomada de risco, o priming “frio” teve resultado significativo e esperado, implicando na redução da tomada de risco em relação ao priming “neutro”. O priming “quente”, teve efeito significativo, mas com resultado oposto ao esperado, fazendo com que o indivíduo também reduzisse a tomada de risco em relação ao priming “neutro”. Para os resultados referentes à percepção de risco, não foi verificado efeito de priming de temperatura em nenhuma das condições (quente ou frio). Por consequência dos resultados anteriores, o modelo de mediação foi descartado. Contudo, o efeito priming de temperaturas diferentes da neutra, apontam para uma possibilidade de influência destas imagens de forma subjetiva na tomada de risco do indivíduo, trazendo implicações práticas.
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    Gestão da Dívida Corporativa: um olhar para as empresas de capital aberto no Brasil de 2010-2019
    (2020) Santos, João Daniel Azevedo Dos
    Este estudo busca compreender o nível de gerenciamento das dívidas corporativas pelas empresas brasileiras de capital aberto entre 2010 a 2019, componente relevante para uma estrutura de capital ideal e como fonte de crescimento. Neste trabalho foi avaliado se as firmas realizam a gestão do seu perfil de endividamento, evitando a concentração de vencimentos em uma mesma faixa de tempo, onde os resultados encontrados sustentam que as empresas locais não demonstram estatisticamente preocupações nas concentrações de vencimentos no momento da contratação de novas dívidas. Adicionalmente, foi verificado se a existência de choques exógenos ao risco de rolagem das dívidas, como a perda do grau de investimento do Brasil em 2015, mudou o comportamento das firmas ao longo do tempo, alterando a dispersão das dívidas como um todo. Os resultados encontrados neste modelo sustentam que as companhias brasileiras possuem uma tendência de maior concentração da dívida no curto prazo, do que o contrário, independentemente da existência ou não de choques observados no período.
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    A relação entre diversificação de receitas, desempenho e risco de bancos brasileiros
    (2020) Gomes, Luís Antônio De Carvalho Malheiro
    A diversificação das operações vem crescendo entre bancos no Brasil e no mundo, e os efeitos desta transformação sobre os resultados ainda são estudados. Este trabalho analisa o impacto desta diversificação sobre o valor de mercado e o risco das ações dos bancos. Com base nas metodologias desenvolvidas por Baele, Jonghe e Vennet (2007) e Ferreira, Zanini e Alves (2019), utilizou-se um modelo de regressão com dados em painel dinâmico que relaciona estes atributos à sua diversificação, tanto de receitas quanto no balanço patrimonial, controlando para variáveis como tamanho do banco, alavancagem, ineficiência e risco dos empréstimos, para os bancos brasileiros listados em bolsa de valores no período entre 2002 e 2018. Este trabalho aponta a relação entre diversificação de receitas e os riscos sistemático (Beta) e idiossincrático.
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    Abertura de capital de empresas brasileiras entre 2000 e 2013: a evolução da estrutura de capital das empresas entrantes durante os cinco anos seguintes à abertura
    (2020) Lima, Welson Antonio De
    Este trabalho avalia a relação entre a abertura de capital de empresas e as possíveis alterações na estrutura de capital que o Initial Public Offering (IPO) pode provocar. Usando o método de painel dinâmico, que combina dados de corte transversal com série temporal e defasagem da variável dependente, estimou-se qual o impacto do IPO na estrutura de capital de setenta empresas que abriram capital no período de 2000 a 2013 no Brasil, controlando, adicionalmente, os outros fatores que podem ter contribuído para alterações na estrutura de capital. Os resultados encontrados apontam um alto coeficiente de ajuste de endividamento (0,516), o que confirma que as empresas que realizam IPO ajustam mais rápido seu nível de endividamento, aumentando a sua dívida total cinco anos após a abertura. Encontramos também que as empresas que realizam IPO, quando comparadas com as empresas que já possuíam capital aberto e as empresas de capital fechado, essas possuem, antes do IPO, um endividamento menor que os outros dois grupos e, depois de realizar o IPO, aumentam, comparativamente, seu nível de endividamento total de forma significativa. Beneficiadas pelo IPO e, por conseguinte, por menor alavancagem devido à entrada do novo capital após abertura e pela maior transparência das informações, elas obtêm redução de custo de financiamentos, maior poder de barganha, maior acesso ao mercado de capitais e, com isso, menor restrição ao crédito. Esses fatores seriam responsáveis pelo aumento da velocidade do ajuste do endividamento e, consequentemente, pela mudança relativa da estrutura de endividamento das firmas quando analisadas cinco anos após o IPO. Adicionalmente, os resultados das variáveis de controle dos determinantes de capital foram bastante consistentes com as teorias de Pecking Order e de Trade-ofp.
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    Análise do impacto do benefício fiscal da dívida no desempenho das empresas brasileiras
    (2020) Cavalcante, Lucas Celestino
    O tema deste estudo é a relação entre o endividamento, com base no benefício fiscal da dívida e o valor de mercado ou a performance das empresas brasileiras. O objetivo é avaliar se existe uma relação não linear entre a dívida e o valor de mercado das empresas, a fim de contribuir com a literatura deste tema no Brasil, que ainda não apresenta consenso. A importância da estrutura de capital das empresas é estudada principalmente desde a década de 1950, com os estudos de Modigliani e Miller (1958, 1961 e 1963), e até hoje não há um consenso em relação à qual deve ser a estrutura ótima em termos de dívida e capital próprio. Por isso, essa análise ainda é relevante atualmente, e para testar a hipótese de não linearidade aplicamos a metodologia do Método dos Momentos Generalizados Sistêmico (GMM-Sys), que trata melhor a questão da endogeneidade e da persistência das variáveis dependentes, que são problemas comuns nos estudos de finanças corporativas. Como variável dependente utilizamos o próprio valor de mercado das empresas, e como variáveis independentes utilizamos as seguintes proxies de endividamento: kink, kink2, excesso de dívida e dívida ótima. A conclusão que chegamos é de que a relação entre a dívida e o valor de mercado ou a performance das empresas brasileiras é negativa, não importando o nível do endividamento, portanto, rejeita-se a hipótese de relação não linear.
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    Análise de fatores determinantes do volume de fusões e aquisições no Brasil
    (2018) Yoshizaki, Dalton
    Este estudo investigou quais são os fatores determinantes do volume de fusões e aquisições no Brasil. Para isso, foi proposto um modelo de múltiplas variáveis que foram classificadas em quatro grupos: (i) variáveis do mercado acionário, (ii) variáveis macroeconômicas, (iii) variáveis das firmas e (iv) variáveis de riscos políticos e econômicos. O foco da análise foram as fusões e aquisições ocorridas entre empresas brasileiras no período de 2002 a 2017. Neste período, consolidou-se no país o tripé macroeconômico baseado em um sistema de metas de inflação, câmbio flutuante e disciplina fiscal. Após a revisão da literatura e da elaboração das hipóteses, chegou-se a um modelo teórico que definiu as variáveis explicativas a serem utilizadas em um modelo de regressão de séries temporais. Através do modelo verificou-se que pelo menos uma variável de cada um dos quatro grupos apresentou significância estatística, além disso, essas variáveis corroboraram as hipóteses levantadas através da revisão da literatura. Essas variáveis foram: variação do nível de valuation, número de IPOs, variação do PIB, variação do risco-país e a volatilidade do Ibovespa. Portanto, a investigação concluiu que parte relevante da variação do volume de fusões e aquisições é explicada pelas condições do mercado acionário, da liquidez das empresas, do ciclo econômico e do nível de risco político e econômico.
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    Influência dos sindicatos e das demissões nas entradas de ação trabalhista: avaliação no setor financeiro
    (2018) Alves, Fabiana Rodrigues
    O objetivo deste trabalho é avaliar empiricamente, com dados do setor financeiro, a propensão de um funcionário ingressar com uma ação trabalhista através de um modelo de regressão logística. Um dos desafios para realização de estudos dessa natureza é que não há um modelo econométrico na literatura que possa antever a entrada de ação trabalhista. A literatura é escassa sobre o tema, normalmente os artigos estudam os processos após a abertura da ação, avaliando objetos mais solicitados pelos trabalhadores, percentual de casos vencidos, percentual de condenação por diferentes tribunais, entre outros. Porém, não se acha na literatura um modelo econométrico que possa prever a possível abertura de ação trabalhista, segundo características como: associação ao sindicato e o tipo de desligamento sofrido pelo funcionário. A partir de dados de 18.104 funcionários desligados no período de 2014 e 2015, construiu-se a base de dados para análise. Foram utilizadas duas variáveis para testar as hipóteses, sendo uma para avaliar se o funcionário é sindicalizado e a outra para avaliar se o funcionário sofreu uma demissão, além da inclusão de dez variáveis de controle, como idade, sexo, estado civil, tempo de empresa, tempo da última ação meritocrática, nível do cargo, nível de escolaridade, tipo de departamento que o funcionário trabalha, raça e Estado. Foram construídos quatro modelos de regressão logística, testando as hipóteses separadas e conjuntamente. As variáveis que avaliam se o funcionário é sindicalizado e foi demitido se mostraram altamente relevantes, assim como as variáveis controle idade, estado civil, tempo da última ação meritocrática, nível do cargo, nível de escolaridade e tipo de departamento. Os resultados obtidos nos quatro modelos foram satisfatórios, com percentual de classificação correta acima de 73%, chegando até 75,1%. Os valores obtidos pela curva ROC também foram satisfatórios, variando de 77,1% a 79,3%.
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    Uma análise econométrica de endogeneidade aplicada ao modelo de apreçamento de ativos de um único fator usando o Ibovespa
    (2018) Itagaki, Dennys Ichiro
    Os modelos de apreçamento de ativos são amplamente usados na prática de Finanças por meio de suas formulações econométricas, a partir das quais se obtém os betas de grupos de ativos por regressão. Os betas são usados pelos analistas financeiros e gestores para a avaliar o valor individual de ativos e, por isso, têm impacto fundamental no direcionamento dos investimentos e decisões de empreendimentos. Na prática, usam-se índices de bolsas como aproximações para o retorno de mercado, uma das importantes premissas das teorias dos modelos. Os índices das grandes bolsas com ações pulverizadas e líquidas, como S&P e o UK FTSE100, têm pouca dependência de qualquer ação isolada e são boas aproximações. Já os índices de bolsas relativamente menores, com certo nível de concentração em algumas empresas grandes, como o Ibovespa e outras bolsas de mercados emergentes, sofrem da influência dessas ações. Nos modelos econométricos, o retorno do ativo deveria depender do retorno de mercado e não o inverso. Por esta razão, dentro da teoria econométrica, usada para deduzir o beta ao ser aplicada à teoria dos modelos de apreçamento, ocorre o fenômeno da endogeneidade. Ela se manifesta pela simultaneidade da interdependência entre o retorno do ativo e o do mercado, superestimando o beta gerado no processo de regressão. Por impactar nas empresas de maior valor, pode se traduzir em aumentos significativos dos respectivos custos de capital avaliados. Estudos mostram que existe uma relação causal entre os mercados grandes, como o americano, e a Bovespa. Por esta razão, o índice S&P é proposto como variável instrumental, solucionando a endongeneidade. O presente estudo demonstra a existência de viés e realiza uma simulação realística do cenário do Ibovespa, identificando os vieses gerados nos betas e as condições em que ocorrem. Além disso, usa uma série real do S&P e obtém os resultados corrigidos, constatando a eficácia da solução. Por fim, faz uma análise prática sobre séries de retornos reais de ações e do índice Ibovespa sob o aspecto da endogeneidade.
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    Previsão de perda em caso de inadimplência em carteiras de cartão de crédito
    (2018) Tsuboi, Mauricio Shigueru
    A perda em caso de inadimplência (loss given default – LGD) é uma medida utilizada pelas instituições financeiras para determinar o risco de carteiras de crédito, estimar perda em determinados empréstimos e determinar alocação de capital. O acordo de Basileia II (2004), permite que cada instituição calcule suas próprias estimativas para o LGD. O objetivo deste trabalho é projetar o LGD, através de regressão por mínimos quadrados ordinários, de uma carteira pulverizada de cartão de crédito de uma instituição financeira brasileira. Além de utilizar o histórico de pagamentos, foram avaliadas também variáveis demográficas do portador do cartão, como grau de instrução, estado civil, sexo, quantidade de dependentes e região de residência a fim de identificar alguma relação destas variáveis com o LGD. Assim como Bellotti e Crook (2012) analisaram o mercado de cartão de crédito inglês, este trabalho visa analisar modelos para a previsão do LGD, bem como avaliar sua performance, incluindo variáveis macroeconômicas como taxa de juros, variação cambial, inflação, desemprego e renda, para melhoria das previsões do LGD no mercado brasileiro. Foram analisados três modelos diferentes, um primeiro modelo mais simples sem nenhuma variável independente onde a projeção do LGD é apenas a média do LGD histórico, um segundo modelo onde é feita uma regressão linear ajustada pelo método dos mínimos quadrados ordinários (MQO), sendo o LGD a variável dependente e as variáveis contábeis e demográficas as variáveis independentes e, finalmente, um terceiro modelo cuja regressão linear ajustada por MQO com as variáveis contábeis e demográficas e também variáveis macroeconômicas. A principal conclusão deste trabalho é que, em linha com o trabalho de Bellotti e Crook (2012), o modelo mais completo, considerando as variáveis contábeis, demográficas e macroeconômicas é o que apresentou menor erro e, portanto, o mais aderente para a base analisada, que compreende o período de jan/2008 a set/2018.
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    Dissertação
    Rentabilidade bancária no Brasil: uma investigação empírica dos determinantes micro e macroeconômicos utilizando GMM.
    (2019) Pereira, Renan De Almeida Magner
    O objetivo deste trabalho foi identificar se a rentabilidade dos bancos é sensível em ciclos econômicos. A principal contribuição é acrescentar à literatura vigente sobre rentabilidade bancária, o comportamento do lucro ao longo de diferentes ciclos econômicos, através da interação das variáveis a períodos de recessão e expansão, bem como a estrutura a termo da taxa de juros e consumo das famílias. Para alcançar este objetivo, estudamos os determinantes micro e macroeconômicos em uma amostra de bancos brasileiros no período de 2000 a 2019. As características especificas de cada banco foram definidas através de estrutura de capital, operações de crédito e de tesouraria, spread e índice de eficiência, dos quais a metodologia de cálculo de cada variável segue os mesmos passos de Maffili, Bressan e Souza (2007). Incluímos o Índice Herfindal - Hirschman (HHI) como medida de concentração do setor, enquanto os determinantes macroeconômicos foram CDI, consumo das famílias, estrutura a termo da taxa de juros e índice CODACE. Utilizou-se o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) e o net interest margin (NIM) como medidas para a rentabilidade. Foi usado como metodologia o modelo de regressão com dados em painel dinâmico, estimado via Generalised Method of Moments (GMM) de acordo com as metodologias descritas em Arellano e Bond (1991). Os resultados indicaram que a variável defasada do lucro demonstra ser significativa e impactar positivamente o lucro do período subsequente, demonstrando a persistência na rentabilidade dos bancos e justificando a adoção do painel dinâmico. Em relação às características, avaliamos que comparativamente o volume da carteira de crédito é mais determinante para a receita de intermediação financeira do que a estrutura de passivo do banco, bem como o efeito volume é mais significante do que o efeito preço (spread), Através do índice HHI encontramos que a concentração bancária impacta positivamente a rentabilidade do setor medida pelo ROE. Referente as variáveis macroeconômicas, encontramos que o CDI e a estrutura a termo da taxa de juros se mostraram bastante significativas com sinais positivos para o NIM. Por sua vez, a variável dummy do CODACE indica que há um impacto positivo, determinante para a variação do NIM.