Graduação em Economia

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    Trabalho de Conclusão de Curso
    Análise do impacto dos fundos de private equity e venture capital no rendimento de longo prazo de IPOs no Brasil
    (2013) Pinto, Lucas Vinicius Silva
    Este trabalho analisa o impacto de longo prazo de fundos de prite equity e venture capital nas empresas que realizam IPO. Conclui-se que o desempenho dessas empresas é superior às demais quando se observa um horizonte de um e dois anos após a abertura do capital. No entanto, não há evidências de que o mesmo ocorra para horizonte de três anos. Se atribui a esse desempenho superior experiência relevante dos gestores desses fundos em conduzir esse tipo de operação, o que impacta fortemente o desempenho das empresas em horizontes mais curtos mas deixa de ser relevante com o passar do tempo.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    O perfil de risco dos investimentos de private equity e venture capital no Brasil à luz da diversificação
    (2016) Schittkowski, Pedro Rabelo
    Este trabalho busca analisar os diferentes perfis de risco para três níveis possíveis de investimentos em PE/VC para o mercado brasileiro nos últimos 30 anos, como (i) investimentos diretos (mono ativos) em empresas fechadas, alvos de PE/VC, (ii) investimentos via Fundos e (iii) investimentos via Fundos-de-Fundos. À luz da Teoria Moderna do Portfolio, investiga-se a redução de risco proporcionadas pela diversificação. As simulações de fundos e fundos-de-fundos foram feitas para testar diferentes estratégias, como diversificação aleatória, forçar diversificação em mais de um setor, e concentração em setores específicos. A análise foi feita estudando a distribuição de uma amostra de retornos em Reais, numa base cash-on-cash, ou literalmente olhando-se para o múltiplo MoM (Multiple of Money).Os resultados do estudo revelam uma mitigação relevante dos riscos em linha com uma baixa probabilidade de retornos e/ou perdas exorbitantes, diminuindo o risco de sequer haver qualquer perda – resultado este que vale para todas as combinações e cenários de diversificação, claramente que que variando somente a escala dos efeitos.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    Regulação de fundos de private equity e venture capital no Brasil: comparação com os mercados europeu e americano
    (2016) Paiva, Luiz Gonçalves
    Objetivo: Analisar os contratos de FIP (Fundo de Investimento em Participação) ativos no Brasil e comparar as cláusulas destes com as melhores práticas sugeridas pelos órgãos autorreguladores europeu, americano e brasileiro de Private Equity e Venture Capital propondo verificar sua aderência às melhores práticas. Metodologia: Analise cláusulas de contratos de FIP (Fundo de Investimento em Participação) e sua respectiva aproximação aos benchmarks estabelecidos pelo mercado.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    Como variáveis macroeconômicas impactam o fluxo de negócios de private equity no Brasil?
    (2016) Holzheim, Gustavo Ortiz
    A presente monografia trata dos negócios de private equity no Brasil, um tema hoje mais conhecido e divulgado na mídia, porém ainda em desenvolvimento no país quando comparado ao mercado dos Estados Unidos, e de variáveis macroeconômicas que estão cada vez mais sob foco de estudos, dada a presente crise do país. Desta forma, ao gerar melhor compreensão sobre o assunto, gestores e empreendedores poderão investir de maneira mais eficiente em private equity e gerar maior atividade econômica para o país. Esse estudo busca avaliar o impacto de variáveis macroeconômicas como PIB, taxa de câmbio, taxa de juros, índice de confiança do consumidor (ICC), inflação e oferta monetária no fluxo de negócios de private equity no Brasil utilizando um modelo vetorial auto regressivo. A série utiliza a base de dados Spectra-Insper, que contém cerca de 860 negócios no setor e data de 1982. O trabalho é pioneiro na determinação do impacto de diversas variáveis econômicas para o setor de private equity, visto que os artigos e livros encontrados sobre o assunto focam exclusivamente em variáveis macroeconômicas para comprovar o aquecimento da economia e a presença de Market-timing nos investimentos em private equity. A presente monografia utilizou o período de setembro de 1996 a abril de 2014 de forma a agregar o maior número de observações de todas as variáveis para tornar a análise mais profunda e rica em suas conclusões. Por fim, o modelo foi capaz de explicar cerca de 20% de todos os negócios em private equity apenas analisando variáveis macroeconômicas. Além disso, as variáveis PIB, Inflação e Taxa de câmbio provaram-se estatisticamente relevantes.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    Prazos que um fundo de private equity/venture capital leva para investir nas empresas são mais longos quando há comitê de investimentos? comitês de investimentos geram impactos negativos para fundos de private equity/venture capital?
    (2016) Conde, Caio Cekannauskas
    Fundos de Private Equity (PE) e Venture Capital (VC) recebem investimentos de Limited Partners (LP), e são geridos por General Partners (GP). Existe uma relação fiduciária entre essas duas classes, em que o Principal é o investidor (LP) confiando seus recursos ao Agente (GP), que tem como objetivo a gestão de tais recursos. No Brasil, investidores, como Fundos de Pensão e BNDES, estabelecem o Comitê de Investimento, o qual interfere excessivamente nas decisões do GP. Esse modelo é diferente do internacional, em que o LP delega a gestão para os GP e interfere apenas em situações de conflito de interesse. O objetivo desse trabalho é verificar se a presença desses Comitês tem interferência e consequente impacto negativo na gestão dos fundos, em especial em alongar o tempo para que esses invistam nas empresas, o que por sua vez, poderia prejudicar a rentabilidade dos mesmos.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    A influência de fundos de private equity nos desempenhos dos retornos de IPOs brasileiros
    (2015) Moraes, Laura Rodine
    Este trabalho tem como principal objetivo verificar se IPOs brasileiros de empresas que tiveram aporte de fundos de Private Equity tiveram desempenho superior aos IPOs de empresas sem aporte de tais fundos. Os fundos de Private Equity gerenciam as companhias investidas visando alavancar seus desempenhos. As empresas normalmente apresentam grande potencial de crescimento e os fundos representam uma oportunidade para melhorar a gestão e a governança. O Brasil apresentou forte expansão desse tipo de atividade financeira no período pré-crise de 2008, entre os anos de 2004 a 2008. De posse desta amostra, a seguir foi avaliado como foram as performances dos IPOs para assim poder compará-los. Diferentemente de outros estudos, foi utilizado um benchmark comparável em risco para cada IPO, aumentando-se a robustez dos testes anteriores. Os resultados mostram que a amostra com Private Equity teve retornos anormais acumulados superiores, permitindo assim inferir que esse tipo de atividade financeira é eficaz.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    Comparação de desempenho de private equity e venture capital com equivalentes negociados em bolsa
    (2015) Rodrigues, Daniel Gomes
    Operações de Private Equity (PE) e Venture Capital (VC) envolvem uma postura ativa de gestão de investimentos por parte dos fundos e prazos longos de maturação desses negócios. A partir de mudanças na estrutura operacional e de governança das companhias investidas os gestores buscam maximizar o valor de suas participações. Dessa forma, esse trabalho objetiva verificar se os esforços dos fundos são capazes de gerar, consistentemente, retornos superiores a investimentos no mercado de ações brasileiro. Para isso, será utilizada uma base de dados privada construída a partir de uma parceria entre o Insper Instituto de Ensino e Pesquisa e a Spectra Investimentos. A partir da metodologia do Public Market Equivalent (PME) verificou-se que apenas os fundos de private equity entre os anos de 2001 e 2014 apresentaram rentabilidade superior ao mercado de capitais.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    A relação entre participação de fundos de private equity e venture capital e governança corporativa nas empresas brasileiras de capital aberto
    (2009) Bichuette, Renata Andrade
    Este estudo tem por objetivo investigar a relação entre e governança corporativa, sob a ótica da composição do conselho de administração. Especificamente, o propósito é verificar se as empresas financiadas que tiveram aporte de fundos de private equity e venture capital apresentavam no momento do IPO melhores padrões de governança corporativa do que as restantes. A amostra utilizada é composta por 110 empresas que fizeram abertura de capital na BOVESPA no período de janeiro de 2004 à dezembro de 2008. Foi analisada a composição do conselho de administração no que diz respeito à quantidade relativa de membros internos, externos e instrumentais. Os resultados encontrados mostram que conselhos de administração de empresas financiadas por PE/VC tem maior proporção de membros externos e menor proporção de membros internos em relação as empresas que não tiveram esse tipo de investimento,e portanto, possuem conselhos de administração considerados mais independentes e com melhores práticas de governança. Ainda, foi testada a independência dos cargos CEO/Presidente do Conselho para empresas com e sem investimento de private equity e venture capital. Todavia, a presença de fundos PE/VC não foi significativa para explicar a dualidade CEO/Presidente do Conselho.
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    Trabalho de Conclusão de Curso
    Análise do percentual de saída dos fundos de private equity no momento do IPO
    (2014) Schweizer, Marcela Desiderio
    Os fundos de Private Equity vivem ciclos de investimentos, desde o momento em que captam recursos, investem em ativos, geram valor nos ativos investidos e buscam maximizar seu retorno no desinvestimento, conquistando track-record, que possibilite a captação de novos recursos, alimentando novamente o ciclo. A saída que traz maior visibilidade é o IPO – initial public offer ou oferta pública inicial da ação. . Se o fundo de PE faz parte do grupo de controle da empresa, não consegue vender 100% de sua posição no momento da abertura de capital, pois está sujeito a um período de lock up imposto pela CVM e pelas regras de listagem de governança corporativa diferenciada da BM&FBOVESPA. Entretanto, durante o processo do IPO pode vender uma parcela de sua posição como oferta secundária. Essa posição é discriminada no prospecto final da oferta pública. Este trabalho tem caráter exploratório sobre o fatores explicativos sobre oo montante de participação vendido durante o processo de IPO. A literatura internacional observa que o retorno dos fundos é maximizado quando estes vendem sua participação em bloco para um investidor institucional, e por isso seria esperado que quanto maior a participação do fundo de private equity na empresa, e mais ativo o fundo for no controle, menor deverá ser a venda durante o processo de IPO, reservando o grande ganho para uma venda posterior para um investidor institucional ou investidor estratégico. Foram encontradas evidências de que a venda da participação está negativamente relacionada com o fato do fundo ser de buyout (ter controle) e com a participação do fundo na empresa, estando de acordo com o que seria esperado pela literatura: minimizam a saída no momento do IPO, para vender suas ações em bloco após a expiração do período de lock-up. Encontrou-se também uma relação positiva entre o percentual vendido no momento do IPO com o número de anos que a empresa está investida no fundo, podendo indicar uma pressão por liquidez.