Dissertação de Mestrado

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    Estratégias de alocação versus diversificação simples: Estudo comparativo do mercado de ações brasileiro
    (2010) Kouyoumdjian, Fernanda Do Valle
    O trabalho objetiva avaliar o desempenho de estratégias de otimização de Markowitz de carteiras de ativos em relação à diversificação simples (1/N) para o mercado de ações brasileiro. Os resultados indicam que nenhuma estratégia de otimização de Markowitz analisada apresenta desempenho superior à diversificação simples em termos dos indicadores de Sharpe e retorno equivalente de certeza. Apesar dos erros de alocação terem sido pequenos em média durante o período observado, erros significativos foram observados em alguns subperíodos para todas as estratégias consideradas. Conclui-se que a aparente superioridade das estratégias de otimização de Markowitz é neutralizada devido a erros de estimação.
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    Uma análise da Influência de fatores sistemáticos nos retornos das ações do mercado brasileiro
    (2010) Vargas Júnior, Osmar
    Este estudo tem por objetivo examinar a existência de fatores macroeconômicos e fatores financeiros que expliquem os retornos de ações negociadas na Bolsa de Valores Brasileira (BM&FBovespa) durante o período analisado de Janeiro de 1996 a Dezembro de 2009. Além do excesso de retorno de mercado, são analisados os fatores variação da produção industrial e diferencial de inflação, ambos estudados por Chen, Roll e Ross (1986), e os fatores SMB (Small Minus Big) e HML (High Minus Low), desenvolvidos por Fama-French na década de 90. Duas metodologias são utilizadas para análise dos modelos desenvolvidos, a de Fama-MacBeth (1973) e a de Painel, através da técnica mínimos quadrados ordinários agrupados (POLS – Pooled Ordinary Least Squares) com efeitos fixos. O estudo mostra que a inclusão de fatores leva a resultados superiores ao market model, em termos de explicação do retorno dos ativos analisados e sugere que a utilização de modelos multifatoriais no mercado de ações brasileiro deve possibilitar um melhor apreçamento do custo de capital próprio das empresas
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    Uma análise de performance da gestão ativa em fundos de ações
    (2013) Kanai, Daniel Kendi
    A indústria de fundos acionários brasileiros teve um crescimento significativo nos últimos anos. O crescimento foi direcionado para os fundos com gestão ativa, ou seja, com o objetivo de superar os retornos de um determinado índice. Porém, existe a dúvida se os gestores realmente conseguem gerar retornos adicionais quando ajustados ao risco. Esse trabalho tem como objetivo analisar os retornos dos fundos acionários brasileiros quando comparados com o modelo de 3 fatores desenvolvido por Fama e French(1993).Considerando a carteira agregada de fundos de ações ativos, os gestores conseguem adicionar valor a gestão ativa, porém esse retorno adicional é consumido pelas taxas de administração cobrada dos investidores. Além disso, foram feitas simulações bootstrap para inferir se o acaso gera resultados melhores do que o obtido pelos gestores. A maioria dos fundos não obtêm resultados melhores do que o esperado pelo acaso. Porém, uma pequena parte dos fundos que obtiveram os melhores resultados, tiveram uma performance acima do que o esperado por "sorte". A situação dos gestores melhora quando analisados os retornos brutos. A distribuição entre os fundos com resultados piores ou melhores quando comparadas com as simulações fica equilibrada. Comparando a distribuição dos fundos utilizando os retornos brutos com a distribuição média das simulações, existem gestores que diminuem os retornos esperados e gestores que aumentam os retornos esperados em proporções iguais.
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    Uma estimação da taxa natural de juros no Brasil.
    (2009) Rodrigues, Alexandre Augusto Barcellos
    O objetivo principal deste trabalho é a adaptação e aplicação de uma modelagem de estimação da taxa natural de juros para o Brasil através de variáveis não observáveis. O modelo utilizado é o mesmo aplicado por Laubach e Williams (2001), onde a taxa natural de juros é função do hiato do produto. Deste modo, além da taxa natural, também serão estimados o produto potencial da economia brasileira e sua taxa de crescimento. A estimação é realizada através da utilização de um filtro de Kalman em três estágios e parte de um modelo macroeconômico que utiliza uma curva de Phillips e uma curva IS.
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    Testando a eficiência do mercado acionário brasileiro segundo as relações de valor presente
    (2015) Wienandts, Max Eduardo Lazarini
    Este trabalho testa a hipótese de eficiência de mercado utilizando um modelo de valor presente considerando retorno real esperado constante e excesso de retorno esperado constante. Este modelo, por meio de vetores autorregressivos, associa a razão dividendo preço com a expectativa futura de retorno real e a taxa de crescimento futura dos dividendos. Pela hipótese de eficiência de mercado, é esperado que a razão dividendo preço calculada seja igual à observada. Este estudo utiliza um índice “equal-weighted” com toda a base de dados de ações da Economática, compreendendo 554 empresas entre o primeiro trimestre de 1995 e o segundo trimestre de 2014. Os resultados rejeitam a hipótese de igualdade entre a razão dividendo preço calculada e a observada, tanto para retorno real esperado constante quanto para excesso de retorno esperado constante, indicando que, provavelmente, os retornos esperados são variáveis ao longo do tempo
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    Sentimento de mercado e variação do retorno das ações brasileiras no período de 1995 a 2017
    (2017) Santos, Marcelo Von Borell Dos
    Este trabalho tem como objetivo o desenvolvimento de um Índice de Sentimento para o mercado brasileiro. Com foco no período de 1995 a 2017, procura-se testar o impacto previsor do índice em relação ao comportamento dos ativos do mercado de ações brasileiras. O índice foi definido por meio da estatística multivariada de componentes principais, considerando variáveis quantitativas vistas como proxies para o sentimento de mercado. Posteriormente, seu impacto em relação ao comportamento cross-section dos ativos foi testado por meio de regressões lineares, considerando o retorno das ações. O resultado obtido sugere que, embora o sentimento de mercado aparentemente apresente uma correlação com os acontecimentos político-econômicos que afetaram as ações, não se mostra um bom previsor em relação ao comportamento cross-section dos ativos, condicionados às características definidas.
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    Gestão ativa em fundos de investimento em ações brasileiros: uma abordagem através do active share
    (2017) Souza, Tarcísio Gonçalves De Almeida
    O presente trabalho busca dimensionar o nível de gestão ativa do mercado de fundos de ações brasileiro por meio do active share, métrica proposta por Cremers & Petajisto (2009). Utilizando uma amostra de 1049 fundos mútuos ativos de ações entre os anos de 2008 e 2016 foi possível concluir que o nível médio não ponderado de active share brasileiro é de 28%, o que, associado às observações de tracking error da amostra, caracteriza os fundos estudados como essencialmente passivos. Estudos descritivos do binômio tracking error versus active share foram relacionados a outas características dos fundos tais como tamanho, taxas, turnover e desempenho, buscando situar o cenário de dados brasileiro. Verificou-se, por fim, a capacidade explicativa de retornos do active share habilitando-o como medida a ser considerada na escolha de fundos com potencial de retornos superiores.
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    Análise da sustentabilidade econômico financeira da Previdência Social
    (2017) Gramigna, Wladimir Alexander De Sá
    O objetivo desta tese é avaliar a sustentabilidade do RGPS, através do cálculo do valor presente das expectativas de fluxos de contribuição e recebimento potencial de benefícios. São utilizadas hipóteses sobrevivência pela tábua do IBGE de 2013 e diferentes cenários de idade de aposentadoria e tempo de contribuição. Além da pensão vitalícia, é estimado o impacto dos benefícios assessórios, como o de afastamento temporário e invalidez, sobre o custeio total. Considerando o efeito das pensões às viúvas, mais jovens e com maior expectativa de vida, o déficit estimado para os homens fica entre 2 a 48 meses de salário. Com o não uso do fator previdenciário, previsto pela fórmula 85/95, o déficit calculado para as mulheres chega até 60 meses de salário. A inclusão do custeio do risco de afastamento agrava o déficit para todos os cenários, para homens e mulheres, com déficits que podem ultrapassar 80 meses de salário.
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    Do industries lead stock markets in Brazil?
    (2017) Citron, Raphael Beno
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    Modelos de três fatores para apreçamento de ações: fatores de mercado versus fatores de produção no mercado brasileiro
    (2017) Trebilcock, Gabriel
    Esse trabalho se propõe a realizar uma comparação entre modelos de apreçamento de ações visando verificar qual é mais capaz de explicar o retorno médio das ações no mercado brasileiro. Para tanto, foram testados através de regressões com carteiras de ações formadas com base em determinadas características das companhias entre 1997 e 2017, além do CAPM e do modelo de três fatores de Fama e French (1993) que se baseiam apenas em fatores de risco de mercado, três outros modelos que contemplam, além do beta, dois outros fatores de risco ligados à estrutura financeira das companhias, chamados de fatores de produção. Os resultados indicam que os fatores propostos por Chen, Novy-Marx e Zhang (2011) capturam melhor os retornos das carteiras apresentando, assim, menor número de alfas estatisticamente diferentes de zero. Por outro lado, o modelo de Fama e French (1993) apresentou maior coeficiente de determinação. Dessa forma, como não se verificou um modelo em que todos os portfólios testados apresentassem alfas estatisticamente iguais a zero, gestores e investidores devem procurar por outros fatores de risco que sejam capazes de eliminar esse excesso de retorno verificado ou mesmo questionar a eficiência do mercado brasileiro de ações.